<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125</id><updated>2012-01-25T12:19:36.295-08:00</updated><title type='text'>considerações de uma pensadora</title><subtitle type='html'>reflexões e pensamentos de uma curiosa.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>41</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-2485574930179725761</id><published>2012-01-25T12:19:00.000-08:00</published><updated>2012-01-25T12:19:36.302-08:00</updated><title type='text'>6º lugar e sem educação!</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;Aonde vai parar esse país gigante e sua brava gente se não consegue se educar? Será que sonhamos ser um dia a primeira economia do mundo? Sonhamos, mas sem educação não, não chegaremos lá.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;É muito chato bater sempre na mesma tecla como se eu fosse a dona da verdade e mais ninguém enxergasse isso, grr. Quando se olha ao redor &amp;nbsp;com atenção, percebe -se em cada detalhe o quanto falta para que possamos ser um país pujante. Não falta só educação curricular, falta berço, falta modos, falta vontade de aprender o que os pais já não sabem mais ensinar.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;Demos um enorme salto &amp;nbsp;do excesso de proibição ao excesso de permissividade, não houve meio termo e isso acabou por desmoronar de vez os valores que eram cultivados quando havia respeito entre as gerações. Não posso e não vou culpar a emancipação femina porque quem quis conseguiu manter os valores, a educação e cultivou uma estrutura necessária ao bem estar da sua descendência. O problema principal, a meu ver, é que uma imensa maioria sentiu o gostinho de uma liberdade tão escancarada que acabou perdendo os limites.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;Pode-se ao lado dessa educação frouxa juntar o bum da tecnologia que afastou uma geração da outra, muito rápido ao mesmo tempo que ligou continentes e fez com que o ter passasse na frente do ser. Enquanto de um lado os pais foram obrigados a trabalhar mais duramente para se manter e para o "ter", os filhos também ficaram mais exigentes &amp;nbsp;seguindo o exemplo dos pais que buscam incessantemente ter, sem contar &amp;nbsp;que por estarem conectados com o mundo assistem de perto o crescimento tecnológico cada vez mais atraente.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;Para os pais que trabalham arduamente e não se enturmaram com as tecnologias (excessão ao celular que é consenso geral) é mais fácil deixar os filhos entregues a própria sorte jogando a obrigação de educar para a escola, para o mundo, afinal eles vivem entretidos com amigos, micros, celular e tudo que puderem ter; dá menos trabalho e sobra tempo para trabalhar mais e até descansar um pouco. Para os pais adeptos das tecnologias o pensamento é quase o mesmo; melhor deixá-los entregues para que o mundo e a escola os eduque, dessa forma não se permitem dizer não para não fazerem o papel castrador devendo esse papel ser o da escola. É fartamente sabido que a escola forma cidadãos, ou deveria, dá a chave do conhecimento, mas não é ela que educa que imprime valores, essa obrigação sempre veio do seio familiar.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;A tão propalada liberdade ganhou contornos abusivos e ao invés de ser algo almejado e conquistado tornou-se um enorme entrave para o crescimento humano porque seu excesso tem contribuído para que se perca os limites entre a responsabilidade e a irresponsabilidade.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;De que adianta ser a 6ª economia ? Com que cara vamos esconder nossas vergonhas ? Há muito para se fazer até se atingir o topo e isso começa na base, não dá pra ser diferente.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-2485574930179725761?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/2485574930179725761/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2012/01/6-lugar-e-sem-educacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/2485574930179725761'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/2485574930179725761'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2012/01/6-lugar-e-sem-educacao.html' title='6º lugar e sem educação!'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-5382817651283255080</id><published>2012-01-24T13:42:00.001-08:00</published><updated>2012-01-24T13:42:31.401-08:00</updated><title type='text'>Quinquilharias</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;Pequenos gestos, algumas pequenas considerações podem se tornar tão espinhosos e cruéis a ponto de azedarem relações, amizades. Por mais que se pense no que vai dizer, por mais que se vigie, quase todos acabam escorregando nessas pequenas armadilhas.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;Curioso é que o que é pequeno e não deveria tomar proporções maiores que o seu próprio tamanho, mas toma. Pior é perceber que é mais fácil as pessoas se apegarem muito mais &amp;nbsp;à pequenos detalhes do que às grandes confusões.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;Existem pessoas das mais variadas maneiras de pensar, de níveis de cultura e de educação diferentes, e quase sempre age ou reage da mesma maneira; humanos como somos todos.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;Somos seres frágeis em todos os sentidos; no trato com o outro, no trato conosco &amp;nbsp;e principalmente com o nosso ego, esse que acaba por ficar atrás do pano manipulando nossa imagem. É ele que nos representa no mundo e é também ele que nos envaidece, nos enche de orgulho. Consequentemente por conta desse tal "ego"muitas vezes nos tornamos (para o mundo) imbecilizados, insuportáveis, cheios de empáfia ou acéfalos, tudo depende do quanto nos deixamos ser atormentados pela aparência, pela vaidade ao invés de deixar fluir de nós o eu mais profundo, a essência divina; que é a nossa melhor porção.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-5382817651283255080?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/5382817651283255080/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2012/01/quinquilharias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/5382817651283255080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/5382817651283255080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2012/01/quinquilharias.html' title='Quinquilharias'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-2240625500748675771</id><published>2012-01-01T13:07:00.000-08:00</published><updated>2012-01-01T13:07:10.002-08:00</updated><title type='text'>Mais um ano pra eu provar</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;Não sei se achei 2012 ou perdi 2011. Ainda não senti a bafejo do Ano Novo apesar de todo foguetório, talvez essa leve brisa que me acaricia o corpo seja prenúcio de que ele será mais carinhoso comigo.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;Uma coisa eu sei que é real; não sinto hoje mais aquela mudança, nem a mesma empolgação; não faço mais pedidos nem votos para o espolcar dos fogos.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;Eu lembro até com saudades de quando eu esmerava na escolha das roupas, cuidava do cabelo, sapato tudo que pudesse representar a felicidade material para entrar o ano. Fazia promessas e metas que nem sempre se cumpriam, mas era parte de um ritual que precisava ser cumprido.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;Não perdi o meu espírito de confraternização, algumas crendices ainda me perseguem, a família continua e continuará sendo prioridade e meu porto seguro para enfrentar um ano sendo ele maravilhoso ou tenso.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;Vou sentir o ano no dia a dia, na rotina; experimentá-lo nos dias e noites que me oferecerá e só então saberei se é um ano saboroso ou não.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-2240625500748675771?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/2240625500748675771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2012/01/mais-um-ano-pra-eu-provar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/2240625500748675771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/2240625500748675771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2012/01/mais-um-ano-pra-eu-provar.html' title='Mais um ano pra eu provar'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-6079157628959342105</id><published>2011-05-25T14:41:00.000-07:00</published><updated>2011-05-25T14:41:35.164-07:00</updated><title type='text'>É preciso arejar para não adoecer</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;É comum de vez em quando a gente se sentir sufocado  e olhar o mundo com descaso, tendo a nítida sensação de que não vale a pena  fazer mais nada, que tudo está chato e&amp;nbsp;ruim. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Algumas vezes dá até vontade de morrer porque a  tristeza que nos abate não&amp;nbsp;nos permite &amp;nbsp;ver nada; parece que as pessoas não  notam mais a nossa existência, parece que não há amor das pessoas para conosco.  Nenhum amor parece suficiente para nosso coração desanimado, nenhuma alegria  parece penetrar dentro do nosso mundo interior.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;É um certo complexo de :&amp;nbsp;esqueceram de  mim.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Para tudo! Não podemos permitir que nosso coração e  mente se deteriore porque não sabemos fazer&amp;nbsp;uma higienização de quando em  quando, aí permitimos que se instale a dor, a doença por conta dos cantos  mofados que não temos coragem de revirar.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Existem dentro de nós sentimentos velhos que já não  nos serve para nada e nós insistimos em levá-los de um canto a outro tentando  encaixar o trambolho ao invés de desmontar e jogar fora.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Também guardamos mágoas de todos os tamanhos e pior;  fazemos questão de preservar para encará-las de frente, vez por outra, só para  sofrer um pouquinho e alimentar uma dor física, talvez para ficar de vítima de  vez em quando e tentar ganhar olhares de carinho ou pena!&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;É bom guardar lembranças, amores, mas mesmo essas  lembranças devem ser sacudidas de vez em quando para não esconderem traças nas  dobras. E amores é sempre bom guardar, até um certo ponto, amores que&amp;nbsp;não tem  chance de&amp;nbsp;virar realidade e ficam com arestas vivas espetando,&amp;nbsp;amores que nos  afrontam, que nos pisam e nos fazem sentir pequenos; esses&amp;nbsp;devem ser expurgados  sempre que começarem azedar os espaços que ocupam em nós, porque amores bons  mesmo são os que clareiam a alma e a mente, que perfumam, que dão brilho aos  olhos e viço à pele, fora disso é só doença sem cura.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Dentro dos nossos espaços internos, mente, coração e  alma tudo deve ser aberto e arejado sempre para que não fique frio e  escuro.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Nada de ficar polindo impressões doídas, dores  antigas, amizades conflitantes, desejos impossíveis; ao fazer isso fechamos as  portas para as impressões de colorido vivo, amizades novas, amores  novos.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;É como se fossemos um guarda-roupa fechado e  atulhado de roupas velhas de muitos invernos e verões, não cabe mais nada e tudo  que tem lá dentro a gente pensa que vai usar um dia, mas é velho e não nos serve  mais. A gente tem preguiça de arrumar porque dá trabalho, tem traças e sabemos  que se tirarmos o que tem lá dentro não vamos conseguir acomodar tudo de volta.  Aí que que a gente faz? &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Vai protelando e cada vez que precisamos mexer lá  dentro para apanhar alguma coisa; dá um misto de tristeza e raiva, porque  sabemos que vai dar trabalho procurar e certamente nada do que tem lá dentro é  adequado para o momento.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Chega de esconder a sujeira debaixo do tapete, de  passar um paninho e dizer que está tudo limpinho; vamos escancarar as janelas  sem medo da luz que vai entrar e sem pavor de encarar os cacarecos que guardamos  nas nossas entranhas. Vamos jogar fora sem dó tudo que envelheceu e não nos  serve mais, vamos pintar de cores vivas o nosso interior e nos preparar para as  novidades que vão entrar depois que procedermos uma limpeza  radical.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Quem quer andar encurvado carregando uma montanha de  trastes de data vencida e que já não serve para mais nada, a não ser deixar o  corpo dolorido, a alma sem graça e o olhar perdidos sem luz?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;É como experimentar a sensação de casa limpinha,  cheirando lavanda. E você vai ver o quão mais leve a vida vai lhe  parecer.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-6079157628959342105?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/6079157628959342105/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2011/05/e-preciso-arejar-para-nao-adoecer.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/6079157628959342105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/6079157628959342105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2011/05/e-preciso-arejar-para-nao-adoecer.html' title='É preciso arejar para não adoecer'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-4358103829807879870</id><published>2011-05-24T18:42:00.000-07:00</published><updated>2011-05-26T07:32:09.739-07:00</updated><title type='text'>Você sobreviveria?</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Você consegue desligar rádio, TV, micro, celular&amp;nbsp;e  todos os seus aparelhos eletrônicos e permanecer assim por quanto tempo?&amp;nbsp; Será  que vc consegue viver essa experiência por alguns dias?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Bem, qual a sensação que você pode experimentar ao  desligar todos os eletrônicos à sua volta e ficar sozinho consigo mesmo? Parou  para pensar?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;O que eu observo é que as pessoas de um modo geral  não conseguem se desligar totalmente dos seus aparelhos. Seria medo do barulho  que o silêncio faz? Seria medo dos seus pensamentos? Medo de encontrar-se  consigo mesmo?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;O mundo moderno condicionou as pessoas a estarem  sempre conectadas a alguma fonte eletro eletrônica&amp;nbsp; e com isso&amp;nbsp;elas estão  perdendo o hábito de ouvirem o som de seus próprios pensamentos, e estão  começando a se&amp;nbsp;desabituar&amp;nbsp;de ficarem desconectadas; o que propicia o ser humano  moderno a robotização ou pior; emburrecimento.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Por conta das novas tecnologias somos condicionados  a usar teclas e muito pouco, quase nada de canetas ou lápis, monitorar aparelhos  à distância, ou programarmos nossos eletro eletrônicos domésticos ou pessoais&amp;nbsp;às  tarefas. Dia a dia as facilidades do mundo moderno nos convence que não somos  mais capazes de executarmos tarefas simples, que muitas vezes seriam  desestressantes, prazerosas, &amp;nbsp;porque estamos correndo atrás dos ponteiros e  desaprendendo dessas mesmas coisas; &amp;nbsp;uma vez que as máquinas podem&amp;nbsp;executá-las  com&amp;nbsp;alguns toques enquanto nós vamos apagando da nossa memória os conhecimentos  e o prazer de executá-las.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;O que dirão nossos pensamentos quando se desligam de  toda a parafernália eletrônica? Sentirão alívio, cansaço ou se sentirão  perdidos?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Estamos vivendo um período de muitas descobertas;  umas encadeadas&amp;nbsp;às outras, quase que todas tem a ver com o ter e não com o ser,  a não ser umas poucas expressões literárias mal  fadadas&amp;nbsp;transvestidas&amp;nbsp;&amp;nbsp;de&amp;nbsp;auto-ajuda, não se produz mais a arte do pensamento.  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Seria esse mal sinal dos tempos, onde o pensamento  vai sendo aos poucos banido da vida das pessoas?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;É claro que não se decreta o final dos pensamentos,  entretanto se a prática deixa de ser exercida com assiduidade para se conseguir  concatenar idéias, cria-se um vazio que é facilmente preenchido por  qualquer artefato eletrônico.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;A arte de pensar precisa ser cultivada no silêncio,  longe dos apelos tecnológicos para não morrer como está morrendo o uso da  escrita manual, por exemplo, antes que se decrete de vez a incompetência de  "ser" da espécie humana.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-4358103829807879870?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/4358103829807879870/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2011/05/voce-sobreviveria.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/4358103829807879870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/4358103829807879870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2011/05/voce-sobreviveria.html' title='Você sobreviveria?'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-7640858557302174289</id><published>2011-05-20T11:51:00.000-07:00</published><updated>2011-05-20T11:51:22.598-07:00</updated><title type='text'>Ética, Educação, Cidadania e etc.</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;Ando às voltas com a minha observação quase que compulsiva das pessoas, não propriamente as que vivem comigo, mas as que vejo na mídia, as que vejo no dia a dia, no mercado, no ônibus, na rua; pessoas comuns despreocupadas se estão ou não sendo observadas.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;Gostaria muito de estar enganada, mas está ali bem na minha frente o produto do comportamento de cada uma. Ao ir caminhar na Lagoa aos domingos eu constato a falta de respeito para com os aparelhos de musculação na área destinada à 3º idade. Não que os mais jovens não possam frequentar também, o que mais incomoda é ver o pais jovens levarem seus filhos pequenos para se divertirem nos aparelhos como se ali fosse um parque de diversões para os pequeninos, sem o menor pudor em permitir a brincadeira e sem se preocupar se é uma área restrita para adultos da 3º idade e muitas vezes ali ter pessoas de pouca mobilidade.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;Ir nas segundas ou domingo a tarde caminhar no Parque &amp;nbsp;é outro exercício de paciência. Mesmo sendo o local dotado de lixeiras ao longo de todo o trajeto do entorno da lagoa e mesmo o parque contando com pessoas que cuidam o dia todo da limpeza, é possível encontrar copinhos, embalagens de salgadinhos, chocolates, sorvetes e etc jogados por todo lado e inclusive próximos as lixeiras.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;Da mesma forma que se pode encontrar pelas ruas da cidade; &amp;nbsp;papéís, cacas de cachorro pelas calçadas, restos de comida, sapatos velhos e etc.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;Em muitos lugares sofás nas calçadas, restos de móveis; excetuando o dia em que passa o cata treco ( em Campinas tem esse serviço), os móveis são deixados nos jardins, beiras de estradas vicinais sem a preocupação desse objeto se deteriorar exposto as intempéries juntando animais de peçonha, insetos etc ou ir parar dentro de rios, córregos ou bueiros.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;Há uma ansiedade natural nas crianças em aprender e se à elas forem oferecidos livros, estímulos lúdicos desde a idade tenra, ela vai se acostumando desde cedo a enxergar o mundo por outro prisma, o que infelizmente não acontece.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;E como o aprendizado é muito mais por exemplo do que por conselho, os comportamentos vão sendo repetidos. Mesmo frequentando os bancos escolares a grande maioria continua sem aprender como se tornar um cidadão.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;É comum verificar as pessoas buscando tirar vantagens, que vão desde as pequenas negociatas caseiras, àquelas que estão na esfera de trabalho e as &amp;nbsp;que escadalizam &amp;nbsp;porque são casos de corrupção dentro dos governos, em variadas situações que explodem na mídia diariamente.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;Há ainda um farto aprendizado que pulula na própria mídia em forma de diversão; filmes, novelas e outros tantos meios, mas ao que parece ao invés de ser só um entretenimento essas diversões acabam se tornando um incentivador para os que não tem uma boa estrutura de formação familiar ou tem um caráter mau formado.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;Eu me pego pensando na responsabilidade que temos em passar exemplos, desde o mais simples "obrigada" a maneira com que conduzimos a nossa própria vida. Parece que anda meio esquecido das pessoas que somos espelhos para outras pessoas que nos rodeiam e a medida que exibimos que "podemos" infringir as regras de comportamento, as regras éticas; abrimos espaço para aqueles que se miram nesses espelhos que representamos, agirem da mesma forma ou até com mais liberdade de infringir e menos responsabilidades para com seu semelhante.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;A civilização está perdendo o senso do que é certo e errado, do que convém e do que não convém, ainda que se precise aprender a ser cidadão o ser humano nasce com uma percepção do que é moral e do que &amp;nbsp;imoral, do que é ético e não ético. Como centelha divina que somos nascemos com qualidades natas, depende de cada um de nós como levar pela vida essas qualidades: intactas ou corrompidas.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;O mundo carece de no mínimo pequenas gentilezas para ser agradável de nele conviver.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;Caminhamos para o caos porque a criatura resolveu virar as costas para o Criador, pisar nas regras e subverter a ordem.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-7640858557302174289?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/7640858557302174289/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2011/05/etica-educacao-cidadania-e-etc.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/7640858557302174289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/7640858557302174289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2011/05/etica-educacao-cidadania-e-etc.html' title='Ética, Educação, Cidadania e etc.'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-453430453076505633</id><published>2011-05-11T11:41:00.000-07:00</published><updated>2011-05-13T13:38:58.437-07:00</updated><title type='text'>Futilidade ou desinteresse?</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Há um cansaço nas pessoas que as impede de ir em  frente, que as impede de absorverem a explosão de informações a que somos  bombardeados todos os dias.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;As pessoas caminham como zumbis, guiadas por Mp3 nos  ouvidos alienadas e totalmente fechadas para o outro. Ou simplesmente como uma  manada que segue um líder. Que mundo é esse? Em outros tempos os alienados  gostavam de se reunir para estudar, discutir filosofia ou música, alguma coisa  importante que muito provavelmente iria mudar o mundo de alguma forma, ou no  mínimo chocar. Desafios estimulavam muito mais as pessoas do que hoje quando a  maioria prefere tudo&amp;nbsp;pronto e digerido e se contenta em sentar defronte a  televisão e engolir o que lhe é entregue pronto.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;A pressa de viver o hoje, de&amp;nbsp;adquirir novas  tecnologias faz com que as pessoas se limitem a correr pra lá e pra cá como  baratas tontas sem ter tempo para o essencial: se aprenderem.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Há um marasmo estampado no semblante das pessoas que  me faz sentir que não estamos preparados para a era de informações, para esse  salto que busca em cada pessoa a sede de conhecimento. Não falo só do estudo  acadêmico, falo da riqueza pessoal, da cultura, do gosto pelas coisas que  enobrecem o espírito, alimentam a alma.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Não é raro observar que as pessoas se contentam com  migalhas que estão na superfície, consumo rápido, como fast food que produz a  obesidade e não alimenta. Quem quer ir fundo, ou quem tem tempo para parar pra  pensar?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Parece tão mais cômodo ler o resumo do resumo para  se manter atualizado e beliscar só&amp;nbsp;o que está à mão; afinal o dia de hoje só  importa hoje, ninguém está interessado no amanhã porque o amanhã trará tudo  condensado na rede, bem mastigadinho aí é só passar os olhos pelo resumo e se  servir do tira-gosto como prato principal.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Qual a consequência desse desinteresse geral&amp;nbsp;em  construir com idéias e&amp;nbsp;palavras o amanhã? O vazio sem fim, a falta de referência  de uma época de cansaço, de preguiça mental. Vivemos a mercê de máquinas, do  imediatismo de tudo, das memórias dos que produziram, enquanto vamos ficando  ocos e sem expressão própria. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Há classes e categorias profissionais&amp;nbsp;que se alinham  para trabalhar, mas gentes não deveriam se alinhar&amp;nbsp;em clãs e tribos pela cor da  pele, preferência sexual ou religião e etc.&amp;nbsp;O mundo se modernizou e o guetos se  multiplicam! Por que não se aliarem para produzir a identidade de um povo que  possa ser lida e estudada daqui há algumas dezenas de&amp;nbsp;anos?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Quem somos nós? Como chegamos até aqui? E o que  vamos fazer daqui pra frente? Qual nossa contribuição para o planeta? Será que  meus filhos sabem o que querem fazer das suas vidas? São tantas as perguntas que  eu me faço todos os dias e não consigo encontrar as respostas que me satisfaçam,  porque eu sei que mesmo tendo vivido mais de meio século minha tarefa não  acabou, pelo contrário, meu tempo está se esgotando, mas a tarefa  não!&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Não tenho obrigação de ser feliz por tempo integral.  Tenho direito ao mau humor, a ficar reclusa quando quero ler, estudar ou  pensar.&amp;nbsp;Tenho direito de ouvir música bem alto, de sair pra caminhar com o MP3  no ouvido para que não interrompam meus pensamentos. Tenho direito de chorar  quando me sentir infeliz.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Mas eu também tenho o&amp;nbsp;direito de viver intensamente  o que&amp;nbsp;a vida me proporciona; olhos para ler e aprender, para olhar&amp;nbsp;para o céu ou  as estrelas por tempo indeterminado,&amp;nbsp;ouvidos para escutar e entender, boca para  ensinar o que eu também aprendi, ou para cantar, declamar.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Tenho direito de parar tudo que estou fazendo para  organizar meus pensamentos e escrever o que eu sinto, para pintar um quadro, uma  parede, uma porcelana ou fazer um artesanato ou simplesmente pintar o  sete!&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Eu não preciso ter prazer imediato com coisas  pequenas, eu preciso estar sempre produzindo algo que me dê prazer. Eu devo ser  útil&amp;nbsp; para contribuir com a sociedade em que vivo. Eu preciso produzir para  viver e para ser sã! Só assim terei prazer em viver!&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;A vida não merece ser vivida de forma fútil, todo o  mecanismo do mundo é complexo, assim como nós somos organismos complexos e só  isso já nos faz pensar que viver é descobrir a cada dia a novidade que nos  reserva a vida.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-453430453076505633?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/453430453076505633/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2011/05/futilidade-ou-desinteresse.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/453430453076505633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/453430453076505633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2011/05/futilidade-ou-desinteresse.html' title='Futilidade ou desinteresse?'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-1194313638224152328</id><published>2011-02-11T12:59:00.001-08:00</published><updated>2011-02-11T12:59:58.250-08:00</updated><title type='text'>A beleza da unicidade</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Cada pessoa é um ser único no universo, cada  criatura tem como marca a sua própria essência divina, e ainda que tenha herdado  características da sua árvore genealógica&amp;nbsp; a sua natureza física , psíquica e  emocional será única e diferente de seus antecessores.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Em uma família vários irmãos recebem herança  genética dos pais avós e etc, de ambos os lados e nem assim são iguais, quando  muito com algumas semelhanças, embora o divino de cada um seja  incomparável.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;A perpetuação da espécie é fascinante porque repete  o modelo, mas recria DNAs e inaugura essências novas à cada criação, incluindo  os gêmeos.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;A beleza humana está justamente nessa singularidade,  pais e filhos mesmo tendo semelhanças possuem diferenças gritantes que vão muito  além das gerações; são DNAs ligados por laços consangüíneos, mas que em nada se  assemelham como essência.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Alguns comportamentos, alguns gostos podem  aproximá-los porém as diferenças criam barreiras tão imensas que parecem  intransponíveis. Da mesma forma que se dá com pessoas fora dos laços. O fato de  pessoas se agregarem sob a mesma árvore genealógica ou laços de sangue não os  faz necessariamente ligados "essencialmente".&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Toda criatura tem características físicas que se  encaixam em modelos pré estabelecidos como: cabelos castanhos, loiros, pretos,  olhos azuis, verdes, alto, baixo, voz suave, voz grave, pernas alongadas, dedos  curtos, assim por diante; por essas características físicas poderíamos criar  imensos grupos. Se afunilarmos as especificações, os grupos vão ficando menores  e mais seletos, e a medida que filtramos as particularidades percebemos a  singuraridade do ser humano. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Quando comparamos pelos gostos, pelas profissões  vamos encontrar pessoas com&amp;nbsp;similaridades, agindo na mesma sintonia vibracional,  ainda que diferentes; guardam semelhanças entre si se ligam por interesses,  atração de pensamentos e afinidades. Dizemos que essas pessoas fazem parte da  mesma família de almas, mesmo sem um único laço sangüíneo.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Mas o criador foi mais além, porque ele fez de cada  criatura uma única essência indivizível que não se perde de si e não se plasma  em outra essência. Por que? Porque cada um tece a sua própria essência de acordo  com os fios das suas existências, ou seja, se cada um de nós é um espírito e se  os espíritos são imortais vão agregando em si características que formulam a sua  essência divina. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Partindo do princípio de que&amp;nbsp;o criador soprou uma  essência individual em cada criatura, a partir de sua própria referência e a  colocou no mundo para que fizesse a espécie evoluir,&amp;nbsp;espera-se então que essa  criatura &amp;nbsp;possa descobrir-se a si mesma e contribuir para que o seu semelhante  da mesma forma possa se reconhecer e juntos voltem para a essência criadora.&amp;nbsp;  Qual seria então o ganho dessa viagem de ida e volta?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;A&amp;nbsp;vivência do aprendizado, o prazer do conhecimento,  a apuração da espécie e principalmente o polimento do espírito e o refinamento  da essência.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Depois de ler todas essas considerações: Você não  reconhece em si mesmo a preciosidade da unicidade da essência divina?  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Pode ser só um argumento tosco, pensado e escrito  por uma cabeça cheia de invenções, mas pode também ser&amp;nbsp;mais uma intuição da  minha essência divina transcrita em sintonia com a minha família universal de  almas pensantes.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-1194313638224152328?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/1194313638224152328/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2011/02/beleza-da-unicidade.html#comment-form' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/1194313638224152328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/1194313638224152328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2011/02/beleza-da-unicidade.html' title='A beleza da unicidade'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-4361788758763531181</id><published>2011-02-06T15:22:00.001-08:00</published><updated>2011-02-06T15:22:22.716-08:00</updated><title type='text'>O ódio mora dentro do amor</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Já se falou muito da linha tênue que separa o ódio  do amor, e sempre nessa ordem; o ódio pode ser um amor camuflado, mas eu ainda  vou além; o amor assumido&amp;nbsp; também pode conter uma grande carga de  ódio.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Parece estranho dizer que um ódio intenso possa ser  sinal de amor, e é, na verdade quando não se quer admitir&amp;nbsp;o amor, ou quando  admitir o amor pode soar como fraqueza, o ódio surge como a alternativa mais  óbvia.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;E quando o amor de tão grande chega a  odiar?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Não parece haver explicação, só não parece.&amp;nbsp;Embora o  amor seja entendido como sendo o mais perfeito dos sentimentos, o mais puro, o  mais nobre, ninguém ousaria maculá-lo com uma pitada de ódio, mas só quem ama  imensamente pode também odiar imensamente.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Esse ódio advindo do amor pode vir da vontade de  desamar, do desejo de não ser amado.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Veja, não falo do amor mascarado de ódio, falo do  amor declarado que consegue ser amor o tempo todo, mas que mostra o veneno do  ódio simultâneamente; porque só quem consegue amar incondicionalmente consegue  na mesma sintonia amar e odiar sem que um sentimento mate o  outro.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;De repente a gente não entende como consegue odiar  se o amor está ali presente o tempo todo, e é isso que é o mais fantástico no  ser humano; o antagonismo que desarvora, deixa sem chão e sem  explicação.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Entender e identificar essa bifurcação de  sentimentos não é muito fácil, exige uma ausência total de pesos na balança  tanto do amor como do ódio. É preciso refletir exaustivamente até encontrar a  raiz de ambos e identificar para onde convergem e só então se pode sentir que  mesmo que andem paralelos um não implica na diminuição do outro; nem o ódio é  abrandado pela identificação do amor presente, nem o amor é capaz de dissipar o  ódio temporário.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Nesse caso supra citado, o ódio sempre é sazonal, ou  não poderia abrigar o amor constante porque estou tratando de amor verdadeiro,  maduro e completamente instalado.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Não se corre o perigo de o ódio suplantar o amor,  ele pode por algum tempo se expandir a ponto de esconder o amor, fazê-lo  esquecido. Matá-lo não; a menos que razões mantenham o ódio em evidência por  muito tempo e não sobre espaço para o amor mostrar sua face, ainda que em  flash's. Mesmo que o ódio se instale definitavamente, no fundo ele trará  lembranças amorosas até que elas se apaguem inexoravelmente, mas até que isso  aconteça é preciso que haja mais motivos para odiar que amar.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;De todos os sentimentos o amor e o ódio são os mais  difíceis de explicar. Não é como a saudade que sabemos de cara identificar, a  dor da perda que é pontual. O amor as vezes é confuso, o ódio também as vezes é  confuso e muitas vezes eles trocam de lugar inadvertidamente deixando-nos  perdidos e sem razão.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Falar de amor e ódio pode ser tão complicado como é  para um leigo falar de Ciência, ainda assim é mais fácil falar das coisas que  sentimos e percebemos do que das coisas que jamais experimentamos ou temos  conhecimento acadêmico.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-4361788758763531181?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/4361788758763531181/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2011/02/o-odio-mora-dentro-do-amor.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/4361788758763531181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/4361788758763531181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2011/02/o-odio-mora-dentro-do-amor.html' title='O ódio mora dentro do amor'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-1014459695076993321</id><published>2011-02-04T15:05:00.000-08:00</published><updated>2011-02-04T15:10:29.802-08:00</updated><title type='text'>Eu sou, mas quem não é?</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Em algum momento da vida, seremos ridículos. Não tem  nada a ver com postura, com a maneira de ser ou com o que se fala, tem muito  mais a ver com o que as pessoas ao nosso redor vêem ou sentem de nós ou na nossa  presença.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Nós, humanos, temos por hábito observar o outro  buscando encontrar nele alguma característica que nos diferencie dele,&amp;nbsp;( sempre  nos achamos melhores) muito mais&amp;nbsp;com o intuito de ridicularizar o outro, do que  livrar a nossa cara, sem sequer entender que muitas&amp;nbsp; vezes o que vemos é só um  reflexo do nosso próprio espelho.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Não basta ser uma pessoa vivida, nem ser jovem,  assim como não faz a menor diferença ter posses ou não, ser só ou acompanhada de  uma multidão; onde estiver um ser humano haverá sobre ele olhares  perscrutadores, mesmo que não se perceba e entre esses olhares, pelo menos um é  acusador.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Não faz a menor diferença ser analfabeto ou letrado,  em algum momento da vida alguém achará você ridículo. Você pode ser a pessoa  mais segura, mais despreocupada com a opinião alheia, ainda assim se chocará ao  saber que foi&amp;nbsp;tachado de ridículo. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Nunca estamos preparados para receber&amp;nbsp;essa&amp;nbsp;acusação  e&amp;nbsp;mente quem diz que está.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Por mais que a gente se policie para não dar  motivos, damos! Muito mais do que "dar" motivos, escorregamos; seja no  comportamento, seja na fala, no gestual ou até na maneira de encarar a vida e  até na maneira de viver. É! Podemos ser ridículos até no  viver.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Mas por que somos ridículos? Quando por alguma razão  discordamos da maioria. Quando não nos preocupamos em seguir os padrões. Quando  temos nossa maneira própria de pensar e agir sem nos incomodarmos se isso fere  as normas estabelecidas.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Ser ridiculo pode ser a maneira como o outro vê  você. Ou como você se&amp;nbsp;mostra. Depende de como você aceita e encara ser chamado  de ridículo.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Ninguém gosta de se sentir&amp;nbsp;ridículo ou ser  ridicularizado, principalmente se for em público. Porque ninguém gosta de passar  recibo de alguma coisa que ele mesmo não acha que é. Ou alguém aceita que é patéticamente ridículo sem se sentir magoado?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Cometer um ato ridículo, rir&amp;nbsp;de si e se&amp;nbsp;deixar&amp;nbsp;ser  motivo de riso&amp;nbsp; por esse ato falho, é uma coisa, outra bem diferente é você  ser&amp;nbsp;rotulado por esse ato como sendo uma pessoa ridícula.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Ridículos todos nós somos em algum momento, pagamos  pau sim!&amp;nbsp;E não adianta fingir que você nunca &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;deu um vexame, porque se você não se lembrar alguém  certamente o fará por você.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Fato é que cometer atos ridículos, falar coisas  ridículas ou parecer ridículo é um vexame do qual ninguém pode escapar, mesmo  que se negue encarar a verdade por esse prisma, coisa que o outro não  perdoa.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Ninguém perde o brilho por um evento ridículo  isolado ou até por algum deslize, não se pode afirmar que alguém seja ridículo  porque se deixou flagrar numa situação patética, mas ainda assim esse alguém  vai&amp;nbsp; ser sempre muito melhor lembrado por uma situação eventual de vexame do que  pela sua melhor performance. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Assim somos nós; meros humanos. Mais fácil&amp;nbsp;apontar  para o nosso vizinho do que olhar no espelho.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Antes procurar no outro o que ele tem de mais feio,  mais ridículo,&amp;nbsp; assim escondemos o nosso feio pezinho de pavão, né  não?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-1014459695076993321?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/1014459695076993321/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2011/02/eu-sou-mas-quem-nao-e.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/1014459695076993321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/1014459695076993321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2011/02/eu-sou-mas-quem-nao-e.html' title='Eu sou, mas quem não é?'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-180479472550832718</id><published>2011-01-21T12:34:00.001-08:00</published><updated>2011-01-21T12:34:45.773-08:00</updated><title type='text'>Desapego - Está mais do que na hora</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Sentada defronte a um suculento prato de macarrão ao  pesto, meu pensamento vagueia. Não a fome não se foi, só o pensar em quem não  teria o mesmo prazer de saborear uma comida gostosa me deixou por instantes  pensativa.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Na verdade é quase um exercício repetitivo, em quase  todos os momentos eu deixo de pensar em mim para pensar no que vai pelo mundo;  não que eu seja assim tão desprendida ou generosa. Sou tão egoísta e centrada no  meu umbigo&amp;nbsp;quanto a maioria, porém estou tentado mudar, gastando algum tempo  para reflexão tentando me desligar dos fios invisíveis que me prendem aos bens  materiais, as pessoas ( também!) para que na hora certa eu possa seguir sem me  preocupar com o que deixei pra trás.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Mas, é muito mais do que isso, perder o que se  conseguiu até com sacrificio para alguma circunstância é quase certo, mais  importante que desapegar de um móvel, um quadro, um aparelho qualquer é aprender  que só se abre oportunidade para que coisas novas entrem nas nossas casas e  vidas quando aprendemos que elas são transitórias e estão emprestadas a nós  temporariamente.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Quando eu abro mão de algum objeto&amp;nbsp;sem ficar me  lamentando, estou na verdade abrindo espaço para que outro melhor e mais novo  entre no seu lugar, ao passo que; quanto mais me apego e protejo meus pertences,  mais eu me torno egoísta e quanto mais eu me preocupo em ser roubada ou perder  esses objetos, mais eu estou dizendo ao universo que eu quero perdê-la  inexorávelmente. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Eu me torno avarenta e meu medo me faz uma vítima em  potencial. O que ocorre é que ao invés de eu deixar livre meus objetos e  querências para que o universo se incumba de trocá-lo por outros mais novos e  eficientes, eu os seguro firme e não permito que as leis assim se cumpram&amp;nbsp;porque  &amp;nbsp;quando eu impeço que as energias circulem de forma adequada eu quebro a lei e  abro brechas para que o oportunismo aja contra mim.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Nada que eu tenho no momento é meu e não vão ficar  para sempre comigo; tudo quanto tenho está me servindo nesse momento. Não serei  escrava de nenhum objeto que me impeça de seguir meu caminho ou de abrir espaço  para que a troca seja feita.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;E pensando dessa maneira eu ajusto meus ponteiros  com o universo; da mesma forma que eu aceito as leis regentes eu entro em  sintonia com ele. Quando eu conseguir estabelecer um padrão de energia&amp;nbsp;afinada  que vibre na mesma energia cósmica; minha troca com o Cosmo será descomplicada  porque no dia que eu atingir essa meta, terei a consciência de que sou imortal e  que tudo que vejo em 3D hoje, são meras ilusões, portanto nada se perde e nada  se ganha. O que nós, enquanto seres viventes dessa dimensão precisamos são  muletas que enganam o Ego, aparências para que outros egos vejam que possuimos  ou pensamos ter.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Portanto, tudo que eu preciso é entender o meu  próprio ser e deixar que ele busque suas necessidades além das quinquilharias  que se quebram ou se perdem nessa dimensão. Preciso dos aparatos para viver  aqui, mas não vou me encarcerar para sempre numa dimensão limitada.  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Mais importante que aprender a ser gente é aprender  a ser imortal. Não como gente, como espírito porque a carne também é uma muleta  para essa dimensão.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-180479472550832718?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/180479472550832718/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2011/01/desapego-esta-mais-do-que-na-hora.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/180479472550832718'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/180479472550832718'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2011/01/desapego-esta-mais-do-que-na-hora.html' title='Desapego - Está mais do que na hora'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-2468123267698315477</id><published>2010-12-06T11:08:00.001-08:00</published><updated>2010-12-06T11:08:37.240-08:00</updated><title type='text'>**Made in China**</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;- Como pode ser tão baratinhas essas  luzinhas? E essas bolinhas, esses enfeites?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;- Vou comprar presentes nas lojas de  1,99.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Não tem coisa melhor do que comprar um  monte de coisas com pouco dinheiro, e as possibilidades são infinitas quando se  entra numa dessas lojinhas de chineses ou coreanos que se multiplicam da noite  para o dia nas cidades. Eles mal falam a nossa língua, mas contabilizam uma  grana alta revendendo produtos "made China". São tantas quinquilharias que os  olhos de qualquer um, brilha. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Eu imagino como é para uma criança  entrar numa loja dessa onde tudo chama a atenção e imagino que se na minha  juventude tivessem dessas lojinhas eu gastaria lá todo meu  salário.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Há algum tempo, não muito, meu irmão  mandou algumas coisinhas dos EUA pra mim e pasmem a maioria das etiquetas era  "made China", eu achei estranho, mas não me deti no assunto. Hoje eu vejo que  tudo pode que se comprar mais barato é "made China", e a gente pensando só no  nosso bolso e na economia que vamos fazer corremos pra comprar nas lojinhas de  1,99 tudo que conseguimos e encontramos por lá, e até o que não precisamos,  porque quando a gente entra nessas lojas, o preço chama atenção assim compramos  até o que não precisamos, compulsivamente.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Muitos países deixaram de fabricar  alguns produtos porque ficou difícil concorrer com os chineses, outros até  terceiram produtos da mão escrava chinesa para se livrar além da concorrência  também das despesas trabalhistas, e a China, aquele país imenso amontoado de  gente trabalhadora, subserviente&amp;nbsp;ao regime vai inundando o mundo com suas  quinquilharias, luzinhas, brilhos de Natal ...e roupas, calçados,  eletroeletrônicos, informática; muita falsificação que faz o povo&amp;nbsp;ocidental  feliz...&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Eu li outro dia uma crônica que me  deixou preocupada; enquanto nós vamos economizando, fazendo a festa com os 1,99,  os chineses escravos continuam aumentado seu PIB, fabricando cada vez mais e  exportando ferozmente para o mundo.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Nós estamos alimentando a escravidão de  um povo que vai se tornando a nação mais poderosa do mundo; ela vai fechando as  grandes indústrias pelo mundo e detendo cada vez mais o know all de fabrico.  Alguns produtos agora, só&amp;nbsp;se encontra&amp;nbsp;"made China" &amp;nbsp;e aos poucos vamos delegando  a eles a industrialização, enquanto importamos e pesamos na sua balança  comercial.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;É confortável pelos preços  convidativos. Sequer pensamos que atrás de um produto está a condição escrava de  muitos chineses que ainda estão felizes&amp;nbsp; por terem esse trabalho para viver,  mesmo que mal.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Imagine que amanhã ( daqui uns 10 anos  mais ou menos) a China resolva, deixar de cobrar baratinho pelo seus produtos e  coloque o preço real. Estaremos todos nas mãos do grande dragão vermelho que  estamos alimentando a custa de matar as nossas indústrias, tão tributada e tão  desvalorizada. Perderemos a capacidade de produzir porque não teremos mais  mão-de-obra preparada para produzir e porque preferimos ficar na zona de  conforto de comprar baratinho dos chineses e coreanos que trabalham em silêncio  e vão crescendo assustadoramente.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Com uma população obediente, servil,  com recursos de um país muito bem capitallizado, inteligente e que afronta até o  dólar que foi sempre a moeda mais forte do mundo, a China está prestes a ser a  maior potência do mundo e comandar a economia de nosso país.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Estamos alimentando e mimando um dragão  vermelho que não sabemos como vai se comportar quando resolver soltar fogo pelas  ventas.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;A propósito; Você já deu uma olhada  pelos etiquetas e rótulos dos seus aparelhos domésticos e  enfeites?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-2468123267698315477?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/2468123267698315477/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2010/12/made-in-china.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/2468123267698315477'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/2468123267698315477'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2010/12/made-in-china.html' title='**Made in China**'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-4446630757392487003</id><published>2010-11-06T09:53:00.001-07:00</published><updated>2010-11-06T09:53:52.990-07:00</updated><title type='text'>Liberdade</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;É muito fácil falar em liberdade, é fácil pregar a  liberdade, mas será que sabemos usá-la?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;O que você estende por liberdade pode não ser  exatamente o que pensa a maioria das pessoas, eu por exemplo, acho que liberdade  é o direito de ir e vir, de&amp;nbsp;me expressar e agir, entretanto nem sempre a  liberdade que eu procuro exercer na minha vida agrada as pessoas ao meu  redor.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Existem regrinhas importantes e nem sempre seguidas;  quando eu exerço a minha liberdade não posso desconsiderar as pessoas à minha  volta, porque se ao exercer a minha liberdade eu ferir as pessoas não estarei  usando a minha liberdade com responsabilidade. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;A condição suprema de exercer direitos implica em  assumir&amp;nbsp; deveres, &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Fala-se muito, briga-se muito pela liberdade seja a  que preço for, parece que virou um modismo desenfreado proclamar liberdade sem a  dimensão exata do que essa simples palavrinha quer dizer. Ninguém desembainha  uma espada e dá um grito de liberdade ou sai por aí atropelando os outros para  ser livre.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Liberdade se conquista palmo a palmo e só a  conquista quem sabe o seu valor.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Liberdade não é um prêmio para egoístas, não é um  presente por bom comportamento.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Ninguém que tem o desejo de ser livre sai por aí  pisoteando nas regras, ao contrário; quem deseja ser livre luta honestamente  para reverter o que não acha justo e luta com armas sensatas, argumentos  irrefutáveis, e se as regras são injustas luta-se para modificá-las. Regras  constroem a sociedade, as comunidades, lutar para torná-las justas e humanas é  correto, desafiá-las não.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Mesmo nas jornadas mais difíceis e longas não há que  se jogar sujo, porque liberdade não combina com corrupção, não combina com  armações, não combina com preconceito e muito menos com falta de orientação. A  liberdade vem com a maturação, porque sempre que ela vem sem amadurecimento ela  se perde do seu verdadeiro ideal&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Demos um salto muito grande de gerações em muito  pouco tempo, nesse interim abriu-se um rio de liberdade e ao que parece não  estávamos preparados para usá-la; metemos os pés pelas mãos, pais se perderam na  hora de educar os filhos esquecendo que impor limites também é saudável, educar  não é liberar de vez, é saber dosar. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Vamos aprender, mesmo que isso ainda doa muito, não  devemos retrosceder, mas olhar adiante com olhos de ver.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Liberdade é um bem precioso se usado com  responsabilidade, afinal liberdade não é sinônimo de  libertinagem.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-4446630757392487003?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/4446630757392487003/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2010/11/liberdade.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/4446630757392487003'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/4446630757392487003'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2010/11/liberdade.html' title='Liberdade'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-3315896020421929920</id><published>2010-11-01T13:00:00.000-07:00</published><updated>2010-11-01T13:01:30.616-07:00</updated><title type='text'>A complexidade do desamor</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ao invés de festa e boas energias, vemos por todo lado pessoas ainda iradas destilando sua arrogância, seu ódio adormecido.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;De onde vem tanto ódio, tanta prepotência? Seriam alguns menos brasileiros que outros? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quem pregou e alardeou diferenças entre as pessoas, por raça, cor, crença, região ou preferências sexuais?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por ventura os DNAs de algumas pessoas é gravado com algum metal precioso? Será que trazemos nas nossas certidões pedigree como nossos cães?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Conseguiremos ser melhores que os nossos animais de estimação?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nascemos todos de um mesmo e igual ato físico, que na maioria e esmagadora das vezes é um ato amoroso, portanto somos, em tese, portadores de amor para o mundo. O que na prática não se realiza.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O que então daria direito a algumas de se autoproclamarem melhores do que as outras? Com que direito algumas pessoas se entitulam como os verdadeiros herdeiros de uma linhagem pura, poderosa e dona da verdade?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esquecemos que diante do espelho não conseguimos repetir nem a metade do que pregamos diariamente; a menos que desviemos dos nossos próprios olhos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Temos de nós mesmos uma imagem muito condescendente por isso mesmo defendemos com unhas e dentes nossas posições mesmo quando contrariados, muito mais pelo orgulho de não reconhecer o erro e pedir desculpas, do que mudar de opinião.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nós humanos somos complexos e complexados, assim o medo do confronto do nosso eu sem máscaras com o nosso eu fachada, nos deixa confusos e amedrontados. Para fugir desse confronto sempre angustiante, quase sempre mentimos para nós mesmos o que faz de nós eternos fingidores.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É claro que a nível consciente nem sempre sabemos separar o que acreditamos verdadeiro e o que é realmente verdadeiro, nesse emaranhado acabamos sabotando a nossa inteligência, nossa saúde e nossa posição diante do mundo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na dúvida é melhor calar, refletir para não ter que continuar semeando inclusive em nós mesmos e naqueles que nos rodeiam o desamor e a angústia de não se sentir amado e não saber amar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-3315896020421929920?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/3315896020421929920/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2010/11/complexidade-do-desamor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/3315896020421929920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/3315896020421929920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2010/11/complexidade-do-desamor.html' title='A complexidade do desamor'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-5759439886207554629</id><published>2010-10-28T13:34:00.000-07:00</published><updated>2010-10-29T07:21:24.666-07:00</updated><title type='text'>O que nós queremos!</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, Utopia, 'Palatino Linotype', Palatino, serif; font-size: 13px; font-style: italic; line-height: 18px; "&gt;&lt;div class="post-body entry-content" style="width: 470px; line-height: 1.4; "&gt;&lt;div&gt;O que esperamos nós brasileiros quando estamos diante da campanha para presidência do Brasil?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esperamos ver os candidatos e pessoas próximas empenhadas em mostrar suas propostas para um Brasil cada vez melhor para todos os brasileiros, não só promessas; reais possibilidades de que possam ser passadas para o exercício prático.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas será que é isso mesmo que pensam todos?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Parece que esqueceram que os maiores interessados, nós brasileiros; povo, portanto a maioria, não quer saber se fulano é santinho ou se ciclano usa vermelho, verde ou amarelo, nós pensamos como um todo pensa: O Brasil que queremos viver, com escolas, educação, saúde, moradia, democracia e paz!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O palco da política nessa campanha virou tanque da lavadeira (que me desculpem as lavadeiras) para lavar todo tipo de roupa suja, inclusive a íntima, em público, enfiando goela abaixo do pobre eleitor falsas promessas, mentiras, boatos maldosos e muita fofoca. Um desrespeito total com quem assiste a esse patético jogo do poder.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A democracia é um jogo onde todos têm direito a livre expressão, que não quer dizer bagunça, nem que esse direito não deva ser exercido com responsabilidade, muito pelo contrário; quem tem o poder da palavra, o espaço para se manifestar tem que dar o exemplo e para ser respeitado tem que se dar o respeito.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por mais que contestem vivemos num país livre, democrático e laico que tem mostrado sua cara no mundo. graças ao empenho do governo do Lula, porque se hoje o Brasil é um país soberano e respeitado lá fora, isso não aconteceu por acaso e nem da noite para o dia, mas pelo esforço do nosso presidente em fazer desse país um país melhor, menos desigual, que sabe o que quer e que luta para que o povo brasileiro entre no mundo moderno usando as mesmas mídias que as elites, com os mesmos direitos a educação, emprego, moradia e a participação ativa na sociedade, a mesma que antes era reservada só a escolhidos e bem nascidos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As eleições presidenciais de 2010 vão entrar para a história, por muitos motivos, entre os quais pela volta do ódio, da busca do retrocesso calcado nas alianças mais espúrias com a extrema direita mais reacionária e retrógada. Uma eleição onde se pretendeu avivar a Inquisição, que foi a face mais vergonhosa da nação cristã. Ainda nessa eleição se pretendeu trazer para o centro das discussões, questões religiosas que não podem e não devem decidir questões eleitorais, destruindo com isso a possibilidade de uma discussão sadia e amplamente divulgada; a do aborto como questão de saúde pública e não do modo aparvalhado e covarde que foi. Um jogo ambicioso onde não se mediu as conseqüências de se atirar no adversário sem observar que na reta estava o próprio pé.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Há que levar em grande conta nessa eleição de 2010 a maciça participação das mídias independentes, a blogosfera e o twiter que contribuiram de maneira extraordinária para o envolvimento do eleitor, formando uma massa crítica que não se intimida. Com esse cenário de crescimento da participação popular na internet, já podemos afirmar com certeza de que estamos caminhando a passos largos para uma consciência política muito maior; não há meio mais democrático do que a mídia eletrônica, apesar da crueldade que também pode ser destilada por essa mesma mídia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vivemos num país onde quem detêm o poder da palavra escrita, radiofusão e televisiva são as grandes fortunas, que não estão acostumadas as serem confrontados, mas que nessa eleição, muito mais que em outras, tiveram que conviver com a mídia independente o tempo todo fazendo contraponto, filmando e mostrando a verdade. É preciso dar cada vez mais voz ao povo para que ele se manifeste livremente e também faça parte do processo democrático: "Todo poder emana do povo e em seu nome será exercido".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Essa pequena burguesia que se mantêm no poder da palavra escrita e falada não gosta de povo que pensa e está tendo que engolir a rebelião pensante levantada pela blogosfera. Já não mais se mostra como o grande poder de "informação" e sim como uma imprensa marrom, golpista que se desnuda a cada dia diante até dos eleitores mais simples.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só seremos uma verdadeira democracia quando o povo conseguir participar do processo ativamente, consciente da sua participação, lendo e escrevendo ciente da sua responsabilidade e participação inequívoca sem que lhe seja tolhido o direito de livremente se manifestar e enxergar a verdadeira face do poder, formando uma consciência crítica.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Apesar de ser clara a manipulação de uma imprensa facciosa, ainda podemos tirar dessa eleição lições para nunca mais esquecer: Queremos uma país cada vez mais politizado, consciente e não vamos permitir que nos enfiem goela abaixo convicções pré-estabelecidas, mentiras e principalmente exclusão do povo no processo democrático.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não podemos deixar que nos calem, somos a voz dessa nação e não é meia dúzia de pessoas que vai nos dizer o que fazer, ler ou pensar, muito menos impor os "seus modelos de liderança".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Queremos um pais de iguais direitos e deveres.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Queremos um país soberano e com as riquezas divididas com o povo e não com estrangeiros.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Queremos um BraSil para brasileiros cidadãos e não para aproveitadores de plantão!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-5759439886207554629?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/5759439886207554629/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2010/10/o-que-nos-queremos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/5759439886207554629'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/5759439886207554629'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2010/10/o-que-nos-queremos.html' title='O que nós queremos!'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-5523879724701702315</id><published>2010-10-11T11:04:00.000-07:00</published><updated>2010-10-11T11:04:42.604-07:00</updated><title type='text'>DILMA PRESIDENTE DO BRASIL: NÓS ESTAMOS COM A DILMA</title><content type='html'>&lt;a href="http://dilma13brasil.blogspot.com/2010/10/nos-estamos-com-dilma.html?spref=bl"&gt;DILMA PRESIDENTE DO BRASIL: NÓS ESTAMOS COM A DILMA&lt;/a&gt;: "“É preciso transformar a vida para cantá-la em seguida”  — Vladimir Maiakovski   O Brasil tem hoje a oportunidade histórica de escolher entr..."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-5523879724701702315?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://dilma13brasil.blogspot.com/2010/10/nos-estamos-com-dilma.html?spref=bl' title='DILMA PRESIDENTE DO BRASIL: NÓS ESTAMOS COM A DILMA'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/5523879724701702315/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2010/10/dilma-presidente-do-brasil-nos-estamos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/5523879724701702315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/5523879724701702315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2010/10/dilma-presidente-do-brasil-nos-estamos.html' title='DILMA PRESIDENTE DO BRASIL: NÓS ESTAMOS COM A DILMA'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-3590215984520310660</id><published>2010-08-10T12:57:00.000-07:00</published><updated>2010-08-10T12:58:49.779-07:00</updated><title type='text'>Líderança</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Quem se reconhece como líder dentro de seu círculo?  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Quem não o é, certamente é liderado, porque só há  dois tipos de indivíduos; o que lidera e o que é liderado. É fácil perceber; o  que lidera é o indívíduo que gosta de pensar, costuma criar, organizar e sempre  está se movimentando em busca de novidades, o liderado é aquele que prefere  seguir a maioria, seja por preguiça mental, incapacidade ou em última análise,  por circunstância.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;O líder mormente nasce com a capacidade de liderar e  se percebe desde os pequenos grupos e a medida que cresce percebe que pode  expandir a sua liderança;  é assim que nascem os grandes ícones que fazem a  diferença, outros vão se reconhecendo ao longo da vida, embora já tenham nascido  com essa capacidade. Alguns não conseguem sair do seu pequeno círculo e só  imprimem sua marca na comunidade onde atuam, ou na família; dentro desse espaço  ele pode nem perceber, mas é requisitado e sua opinião e decisão pesa para os  que estão ao seu redor.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Ser um líder não quer dizer necessariamente arrastar  uma multidão, pode-se exercer a liderança em pequenos grupamentos, porque onde  houver agrupamento de pessoas sempre haverá alguém em que se deposita maior  confiança ou a quem se delega maior poder para agir, decidir ou falar em nome de  outros.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Quase todos os indivíduos que são líderes tem um  ídolo, um modelo em quem se espelham ou se inspiram, porque é através da  admiração que o indivíduo resolve representar seus pares. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Os indivíduos que tem um grande poder de liderar e  arrastam consigo multidões, tem uma boa oratória ou são carismáticos, ou os  dois. Entre eles há os que trabalham em prol do bem e os que trabalham para o  mal. O homem tem a natureza corruptível e está sempre balançando entre o bem e o  mal, por esse motivo é que alguns quando líderes se perdem dentro do poder que  lhes é confiado e acabam se tornando déspostas.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Há o contraponto; indivíduos que adotam  posturas sérias e trabalham em função do bem estar do outro porque isso lhe  apraz, são esses os líderes que trabalham na seara do bem, justificando a sua  condição de líder da forma mais ética.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;O mundo carece de líderes para caminhar à frente,  precisa daqueles que abracem carreiras de comando, de poder para conduzir as  populações, também precisa dos que aceitem ser comandados para que pacíficamente  possam conviver em prol de um mundo melhor.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Não quer dizer que os comandados não possam ser  pensantes, que deleguem os seus poderes aos líderes sistematicamente; pois isto  lhes tiraria o direito de sequer reclamarem quando se sentem  insatisfeitos.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Os grandes líderes precisam dos líderes de  comunidades, de círculos menores para dialogar com eles; pois esses são os  representantes legítimos dos anseios da comunidade. No momento em que as  pequenas comunidades não tenham representantes a altura de representá-las as  necessidades dessa comunidade já não são respeitadas, ou quando o líderes das  comunidades pensam mais no aumento do seu poder e não em representar as suas  comunidades, essas também deixarão de ser atendidas.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Quando não há entrosamento entre liderados e  líderes, ambos não falarão mais a mesma língua e os direitos e deveres acabam  sendo desrespeitados.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Cabe aos liderados terem opinião formada do que  desejam que seus representantes mais próximos conquistem junto às lideranças  maiores, assim como cabe a eles acompanharem de perto e cobrarem, como forma de  garantir a realização e exercerem o seu direito de requererem o cumprimento de  promessas.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;No entanto há o cansaço daqueles que preferem se  abster de pensar, de lutar, há os que preferem ser tutelados, delegando às  grandes lideranças  a guarda das suas escolhas, indivíduos que se acovardam por  comodismo e permitem que disponham de suas vidas, suas terras, seu dinheiro  seguindo como gado de um rebanho.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Nem sempre liderar é o melhor papel, porém,  alienar-se certamente é o pior papel que o indivíduo pode exercer na sua  vida.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-3590215984520310660?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/3590215984520310660/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2010/08/lideranca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/3590215984520310660'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/3590215984520310660'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2010/08/lideranca.html' title='Líderança'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-2796071934928579267</id><published>2010-07-19T12:34:00.000-07:00</published><updated>2010-07-19T12:36:03.937-07:00</updated><title type='text'>Quebrar Elos</title><content type='html'>&lt;div&gt; &lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Georgia;color:#000080;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Quebrar laços é muito  difícil visto que nós seres humanos necessitamos constantemente de companhia, de  vínculos. Não sabemos viver só, mesmo quando queremos, é fato que temos nossa  necessidade de privacidade sim, mas carecemos de um ombro para recostar, ou  simplesmente alguém para sabermos que está ali, numa eventual necessidade.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Mas laços só permanecem  importantes quando são laços firmes, constantes, não há como manter um  relacionamento unilateral, ou superficial, ou ainda quando desse vínculo não  geram frutos; de amor, amizade, companheirismo ou simplesmente de uma troca  espontânea de carinho. E ainda que num encontro de pessoas possa haver um  conhecimento mútuo, uma convivência tolerável, isso não significa que os laços  se mantém firmes, nem significa que hajam laços. Para que se possa haver ganho  dos dois lados, é importante que haja troca, a partir do momento que a troca não  mais acontece, o relacionamento, fenece, inexoravelmente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Todo relacionamento, por  mais casual que possa ser, sempre deixa marcas, sempre estabelece alguma  confiança, e invariavelmente não assinala algumas metas, ou não traça planos.  Seja em que campo for, um relacionamento sempre nos trás algum crescimento, pois  dentro deles aprendemos muito mais sobre o ser humano que somos ou o outro, seja  daquele que difere de nós, ou daquele que se assemelha a nós, podendo nos  afinizar com um e com outro com a mesma intensidade, dependendo única e  exclusivamente do quanto se doa e do quanto se recebe.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Alguns relacionamentos  deixam marcas mais profundas, outros passam e nos deixam ilesos. Das marcas que  vincam nossa alma, algumas apagamos com o tempo, outras nos acompanharão pra  sempre, variando da intensidade e da profundidade que elas foram tatuadas em  nós. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;É certo que para  relacionamentos mais longos haverá muito mais marcas para se questionar, do que  num relacionamento temporário, mas não se deve pensar que sejam menos  importantes umas das outras, porque ao seu tempo cada uma delas teve a sua  importância, e só saberá dimensioná-las que as tiver, mais  ninguém.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Pensando assim, concluo que  quebrar elos, é sempre muito complicado, e para tanto é preciso se munir de  muita energia, é preciso rasgar mesmo o peito, deixar doer até os ossos.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Para renascer é preciso  antes morrer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-2796071934928579267?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/2796071934928579267/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2010/07/quebrar-elos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/2796071934928579267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/2796071934928579267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2010/07/quebrar-elos.html' title='Quebrar Elos'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-451664375230795974</id><published>2010-07-15T14:14:00.000-07:00</published><updated>2010-07-15T14:15:47.427-07:00</updated><title type='text'>Ego ou Eu social</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;O meu reflexo humano nem sempre representa o que meu  eu gostaria de dizer, já que ele quase sempre usa e abusa da imagem mais  imediata de mim, ou a que o mundo espera de mim: meu ego.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Não é tarefa fácil conseguir passar de si só a  essência pura, a que traz o melhor perfume; seria ela a nossa melhor  apresentação ao mundo; faria com que as pessoas nos conhecessem a intimidade dos  pensamentos, os sentimentos e as emoções sem máscaras, porém o medo de não  sermos aceitos, aquele medo da rejeição por sermos diferentes dos nossos pares  fazem com que automaticamente o nosso reflexo busque socorro no nosso eu social,  o que se exibe na superfície mostrando unicamente o que interessa para ser  aceito.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;O eu social é uma invenção do homem por ele temer  não saber ser verdadeiro o tempo todo, ou por temer não ser aceito como  verdeiramente é.  Lidar com uma rejeição ou outra até não é muito complicado,  mas não ser aceito nos círculos em que convive é muito difícil para o homem que  tem a natureza gregária. E justamente para não se sentir diferente dos seus  pares, inventou o eu social que lhe apresenta ao mundo de forma polida ( no  sentido do belo) mostrando um eu sempre limpo e apresentável sem que a verdade  do seu eu essência nem sempre tão belo e limpo empane a  apresentação  desejada.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;A essência quase sempre é uma desconhecida porque o  mais importante acaba sendo passar o eu social, que acorda e dorme diante do  espelho de si mesmo matando irremediavelmente o melhor de cada um, ou seja,  escondendo a essência. A verdade inalienável que se esconde sob o manto de falsa  socialização, muitas vezes nem é compreendida de tanto ser ocultada, muitas  vezes até de si próprio.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Entrei em contato com minha essência quando me  percebi como pessoa por inteiro, até então sem saber se era minha face oculta  ou se loucura. Cheguei a imaginar que eu era uma fraude de mim mesma, até me  compreender como uma pessoa em muitas nuances e uma essência bruta que nem  sempre sabia penetrar.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Muitas pessoas se descobrem quase por acaso, outras  porque se buscam incessantemente e outras passam a vida toda sem se conhecerem  de frente, sem saberem quem verdadeiramente são. Não é falso o sujeito que se  mistura e nunca sabe quem é o seu eu social ou a sua essência, não passa de  um sujeito incompleto e confuso; porque ora ele apresenta um, ora apresenta  outro sem ao menos entender conscientemente porque o faz, mas sem dúvida ele  apresenta da porta pra fora o seu eu social (ego) e muitas vezes o faz também  dentro de casa a maior parte do tempo sem perceber a confusão entre um e  outro.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;A essência pode ser algumas vezes só expressa  através da arte, sem que o sujeito o faça intencionalmente, por mais que o  sujeito se esconda atrás do seu eu social, quando ele cria quem na verdade está  criando é a sua essência, o seu eu real; e é essa a verdadeira arte, a que  emociona, se assim não for é porque a arte não é arte e sim uma obra técnica sem  a participação da essência; uma pseudo arte criada pelo eu social para  envaidecer mais ainda o  ego. Certamente não emocionará.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;O veneno do homem está no seu eu social ( ego) que  nunca está satisfeito consigo próprio e se sufoca de traumas e somatizações para  agradar e para se sobrepor, especialmente num mundo competitivo como é o mundo  moderno, esquecendo-se completamente de desvestir as máscaras diárias para se  encarar de frente, aceitar suas limitações, frustrações e conviver com elas sem  se agredir ou se culpar por não conseguir atingir o topo alto que se impõe, seja  no plano da apresentação pessoal ou financeiro.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-451664375230795974?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/451664375230795974/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2010/07/ego-ou-eu-social.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/451664375230795974'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/451664375230795974'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2010/07/ego-ou-eu-social.html' title='Ego ou Eu social'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-8181514156700000171</id><published>2010-06-23T14:56:00.000-07:00</published><updated>2010-06-23T15:01:24.718-07:00</updated><title type='text'>Fractais</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Solto as rédeas do pensamento e deixo que ele voe  para onde lhe convier, já não sou a mesma desde que amanheceu, hoje eu não posso  mais  conter nesse pequeno pote a vida que tenho e a que  quero.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Joguei os anéis, livrei-me das roupas apertadas, só  quem me acompanha sem escolha é minha sombra.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Sustento meu eu quase físico porque esse, miro no  espelho e dele preciso para me mover entre os espaços limitados por onde eu  sobrevivo enquanto vivente; meu eu subjetivo não alcanço mais de tão longe que  sei estará e rindo da pequenês do meu bobo aglomerado atômico.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Não sei se quem escreve é o meu eu mais presente ou  o eu pensante, certamente não é o  eu que me espia. Talvez o meu eu presente  seja a minha pior apresentação, apesar de bem articulado e um resultado de  experiências tantas que aos poucos o tem lapidado.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Desmembrando minhas porções existenciais descubro  que nem sempre meu eu mais pensante consegue interagir totalmente com o meu eu  mais presente, o que se comunica e transporta para o mundo real as intrincadas  relações existentes no mais recôndito de mim.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Reconheço-me em muitas facetas, sei-me em muitas  nuances e em tempos que não retenho nas mãos já que ele não se mede em  ponteiros. Hoje já não consigo mais juntar as partes soltas que descobri em mim;  visto-me das pessoas que tenho nas algibeiras porque essas pessoas fractais me  servem de roupas adequadas nada mais.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;No espelho de mim, visto-me das certezas de ser para  encarar a certeza dos meus passos, não há espaços vazios, desconhecidos sim,  vazios; nunca.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Meu eu infinito, aquele que engloba a minha  verdadeira essência mora no altar das divindades, já que como essência é divina  e forjada a semelhança do Criador, é a porção que nem o meu eu mais sutil  alcança. A distância que separa o eu bruto do eu infinito é puramente física  para os meus olhos.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Muitos encaixes me contêm, muitos moldes se ajustam  a mim e só me reconheço nessa malfadada&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;carcaça, embora sinta as múltiplas dimensões que me  cercam. Talvez tenha sido talhada para enxergar&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;essa imagem unidirecional refletida e chapada sem  questionar, mas eu vou além; tateando pelo escuro, sentindo as sensações,  cheiros, volumes e pensamentos que reconheço volitando no meu entorno até  descobrir que não me caibo mais nessa meia verdade que o mundo aceita de  mim.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-8181514156700000171?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/8181514156700000171/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2010/06/fractais.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/8181514156700000171'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/8181514156700000171'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2010/06/fractais.html' title='Fractais'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-4229902920928663411</id><published>2010-03-22T12:26:00.000-07:00</published><updated>2010-03-22T12:27:31.101-07:00</updated><title type='text'>A essência de cada um pode mudar?</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;As vezes me pego pensando se não seria melhor ter  nascido longe dos livros e sem essa enorme curiosidade que me move. Quanto mais  eu enfio a cara nos livros, mais e mais as dúvidas me assaltam. Quanto mais eu  me pergunto, quanto mais eu reflito, mais eu me deparo com perguntas e mais  perguntas que não sei as respostas. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;É angustiante querer entender e não saber por onde  caminhar para descobrir. Aceito, na maioria das vezes, a minha própria definição  ou as minhas deduções. Não que não existam respostas, claro que elas devem estar  por aí, certamente muita gente já se perguntou, estudou, definiu e ficou  satisfeito com suas buscas, eu porém, vivo às voltas com dúvidas imensas,  querendo compreender os mecanismos humanos. A observação me ajuda muito, mas não  responde a questões que em dados momentos me parecem cruciais e até  existenciais.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Se olho para o lado espiritual e até pragmático eu  creio que somos todos constituídos por vários corpos vestindo um espírito que é  imortal. Bem, se somos espíritos imortais vestindo ao longo dos anos e séculos  corpos carnais isso quer dizer que a nossa essência é sempre a mesma, e o que  nos diferencia no mundo e nas inúmeras vidas é a círculo em que nascemos, as  condições financeiras, sociais, o país, o sexo etc. Enfim respondemos aos  estímulos do meio em que vivemos.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Nos é ensinado nas religiões ou doutrinas que creêm  no reencarnacionismo que a medida que encarnamos vamos queimando karmas e com  isso polindo nossos espíritos, por outro lado outras doutrinas crendo em uma  única vida também pregam o desenvolvimento espiritual , a melhora individual de  cada ser humano para a eternidade, e aqui a crença também é na eternidade do  espírito, ainda que com uma única vida.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Posto isso eu me pergunto: Se a essência é a mesma,  se o espírito tem ali em seus registros uma natureza própria e única; como pode  ele evoluir sem se perder da sua essência? &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;É claro que eu acredito, ou quero acreditar no  progresso do espírito, mas fico ainda com a impressão de que não se pode mudar  totalmente a natureza intrínseca porque esse é o molde no qual ele foi  constituído.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Um espírito que traz na sua essência qualidades não  vai perdê-las ao longo das sucessivas encarnações porque elas são inerentes ao  seu espírito que é imortal. E um espírito que tem desvios de conduta, má  formação de caráter será que evolui a ponto de não vacilar nunca mais ou não  cair na tentação de fazer uso destes desvios?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Bem, para complicar um pouco mais vamos pensar no  seguinte, nos seres humanos encarnados a essência seria o &lt;b&gt;id&lt;/b&gt; de cada um, o  inconsciente,  a parte da psiquê que não temos acesso por livre e espontânea  vontade, mas que está lá guardado dentro de nós. O &lt;b&gt;ego&lt;/b&gt; é outra partição da  psiquê onde estão os pensamentos, comportamentos, a forma e imagem que nás  passamos ao mundo de forma consciente . Enquanto o &lt;b&gt;superego&lt;/b&gt; é o nosso eu ideal,  é aquele policiado por nós, onde só mostramos o que é políticamente aceito e  correto.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Visto isso eu imagino então que o id é a nossa mais  pura essência já que ela não depende da nossa vontade e está lá no inconsciente;  então ela seria a essência pura do espírito com qualidades e defeitos. Agora, se  o nosso ego é a a parte consciente, a que mostramos ao mundo, certamente ela  terá a influência do id porque ele é a essência do sujeito, encarnado ou não,  ainda que ele sofra a influência do meio e o seu espírito esteja sob o efeito do  esquecimento de si próprio para a encarnação presente.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;E olhando para esse ponto, sem atentar para o lado  evolutivo pregado nas doutrinas, ou seja, uma visão puramente racional, eu não  posso imaginar um ser humano que traga na sua bagagem espiritual  defeitos e  qualidades não permitir que elas aflorem, porque certamente elas vão influenciar  o seu ego em algum momento. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Estaremos irremediavelmente condenados a não nos  livrar da nossa essência se ela nos for perniciosa? Sim, porque a todo momento  ela vai aparecer de alguma forma e influenciar comportamentos  e ações?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Vamos pensar num espírito que tem hoje por volta de  mil anos ( supondo apenas), ele que tem a sua essência imutável ao longo de  muitas existências,  esteja vivendo encarnado nos dias de hoje,  pergunto:  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Será que ele é melhor hoje do que era quando foi  concebido como espírito?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Não contando com benécias que as doutrinas pregam,  olhando pura e simplesmente para uma sucessão de experiências carnais. Teria  esse espírito (encarnado nesse momento) evoluído só através das experiências, de  erros e acertos, pura e simplesmente?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Não traria esse espírito ranços de sua essência  apontando em alguns momentos dessa encarnação,  já na 14ª ( mais ou menos)  existência carnal, em mil anos de vivências tantas?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Seria o seu ego um manipulador eficaz a ponto de  esconder uma essência que não conseguiu se polir ao longo de mil anos de  seguidas ingressões carnais?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Se nós não podemos mudar a nossa essência, como  então pensar que atingiremos um ponto mais alto pregado em tantas doutrinas? Ou  para atingir a nossa melhor condição espiritual visualizando um mundo de seres  perfeitos?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Eu entendo como essência o espírito conforme  concebido originalmente; com qualidades e defeitos.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;É ponto pacífico pra mim, que somos energias  imortais, dando-se à ela o nome que for, espírito, alma ou o que for. E pensando  assim, não consigo ver saída para esse embate; se concebido sem perfeição, pois  assim o sabemos, como querer consertar em uma existência o que é inerente em  cada uma dessas energias: a sua essência!&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-4229902920928663411?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/4229902920928663411/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2010/03/essencia-de-cada-um-pode-mudar.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/4229902920928663411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/4229902920928663411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2010/03/essencia-de-cada-um-pode-mudar.html' title='A essência de cada um pode mudar?'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-6911657199527296559</id><published>2010-03-12T14:24:00.000-08:00</published><updated>2010-03-12T16:15:31.399-08:00</updated><title type='text'>Teoria do Pensamento Caótico</title><content type='html'>&lt;i&gt;A Terra  se movimenta constantemente e nem por isso chega a incomodar,  já que não percebemos  como é estar à bordo dessa enorme embarcação que navega pelo espaço, mas eis que ela agora anda tremendo tanto que anda deixando aflitos os seus passageiros.&lt;/i&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Não sei se chegamos a meia idade de Gaia ou  à velhice, pois ela anda tendo ondas de calor ( fogachos??) e ondas de muito frio, neve  e chuvas torrenciais que mais se parecem com um período pré-diluviano. Será que a Terra está zangada? &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Abaixo e acima de nós existem mistérios que por mais que a ciência estude, não pode explicar porque não alcança. Não é dado a nós que somos um nada diante da infinitude em que vivemos conhecer todos os mistérios do universo.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Tenho cá comigo que o magma que se movimenta dentro da Terra, essa massa quente que dá consistência ao nosso planeta, anda mais agitado que o normal e arrisco a dizer que mais quente também. Vou chamar essa teoria minha de "Teoria do Pensamento Caótico"; é óbvio o título não?&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Com o magma se movimentando mais enérgicamente, fica mais aquecido e consequentemente libera mais energia o que faz com que as águas dos oceanos fiquem mais aquecidas e produz o movimento mais constante das placas tectônicas. Essa energia nas falhas das placas onde estão pipocando terremotos constantes também estão em conjunção com os fenômenos acima de nós; como o ciclo solar que tem tido ejeções gigantescas de plasma. &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Seguindo essa linha de pensamento; já prevejo uma temporada de vulcões acordando por conta da energia espetacular desse magma.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Além das minhas deduções e dos flares do Sol,  se fala por aí que a o nosso sistema solar  está atravessando um cinturão de fótons que circula a estrela Alcyone, e que isso pode e vai ocasionar mudanças no nosso planeta.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Isso sem contar com outras inúmeras "teorias" que são despejadas na net todos os dias, algumas querendo ter teor científico e outros, teor religioso e profético.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Como então não ler toda essa gama de informações e criar a nossa própria teoria?&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Mesmo sendo apaixonada por astronomia eu nunca aprendi tanto sobre a Terra, o Sol e seus fenômenos como tenho aprendido nos últimos anos, porque tenho me sentido compelida a estudar, pesquisar e ler para não pirar. &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Estou dentro dessa nave chamada Terra e tudo que acontecer à ela, certamente me atingirá, seja para melhor ou para pior;  por isso me dou o direito de viajar nas minhas teorias, porque afinal de contas sou mais uma pessoa perdida dentro desse tiroteio de informações que bem caracteriza essa era da globalização.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Pode ser tudo uma grande viagem, mas pode ser tudo a mais pura verdade, quanto a nós pobres mortais só saberemos quando o bicho estiver pegando; ninguém vai dar alerta como os alertas de tsunamis, e ninguém vai ver nos telejornais nenhum anúncio de tragédia, seja pela aproximação do Planeta X, seja pra se segurarem porque a Terra está mudando sua órbita ou coisa que o valha.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Uma coisa é certa: Apertem os cintos porque o piloto enlouqueceu!&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-6911657199527296559?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/6911657199527296559/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2010/03/teoria-do-pensamento-caotico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/6911657199527296559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/6911657199527296559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2010/03/teoria-do-pensamento-caotico.html' title='Teoria do Pensamento Caótico'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-6960080923480145200</id><published>2010-03-04T06:16:00.000-08:00</published><updated>2010-03-04T06:17:33.175-08:00</updated><title type='text'>Ditadura? Censura na Internet?</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Tem sido enfático os artigos que recebo falando da  volta da ditadura, e eu não consigo achar lógica nisso, pq eu não acho que possa  voltar um regime desses depois da experiência que o Brasil tem com a democracia,  ainda que meio capenga, até pq já foi demonstrado das mais diversas formas que  isso não tem futuro e em todas as nações que tentaram sobreviver com esse  regime. Não somos uma republiqueta de bananas ora bolas!&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Eu ouço  o Olavo  dizer que a massa  intelectual  desse pais está falida e inexoravelmente  sem perspectiva e que o Brasil está a  um passo de se desmanchar, mas não acho de maneira nenhuma que isso nos faça  regredir a ponto de se deixar implantar aqui uma nova  ditadura.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;É dificil compreender que depois de ter  experimentado a liberdade de pensar e agir as pessoas voltem a aceitar a  mordaça, nunca mais!&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Por outro lado cresce na net também o rumor de  censura na internet, também não creio na censura, até prova em contrário, senão  vejamos:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;A internet surgiu e cresceu de forma tão rápida que  hoje tudo se concentra nela e aqui o jorro de informações ligou praticamente  todas as pessoas, continentes, países; porém a internet como sabemos é terrs de  ninguém e sem lei, não há regras reais para o que acontece aqui nela, como a  punição que aos poucos começa se esboçar. É claro que pra tudo que existe no  mundo deve haver regras e net não é diferente.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;O que eu consigo compreender é que se está se  formando alguma "censura" não é para se tornar uma ditadura ou seja lá o que  for, é para evitar que o caos se propague por essa mídia que é a mais popular de  todas e a mais livre até então. Pode haver erros? Exageros? Pode. Tudo na vida  tem seu ponto de equilíbrio e para que todas as pessoas possam desfrutar dessa  maravilhosa ferramenta é que se estão estabelecendo regras. Citando Olavo de  novo; quem inventa uma coisa não é mesma pessoa que vai aperfeiçoar, portanto ao  ser inventado todo invento tem falhas e erros, assim também pode ocorrer com as  regras, como aconteceu e acontece sempre com a internet. Não se descobre todos  os dias uma maneira de burlar os AVs? Os firewall?  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Qualquer pessoa em qualquer lugar, de qualquer idade  pode acessar as informações aqui contidas, sejam nos portais, sejam nos grupos,  salas de bate-papo ( ninguém mostra RG!)  e como por aqui rodam notícias  importantes e outras tantas perigosas e outras também mentirosas, é normal que  se pense em proteger as pessoas do acesso à elas.  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Vejam, não estou concordando nem discordando, o que  eu entendo é que tem muita gente, ou melhor, a maioria das pessoas que tem  acesso a informações com as quais não sabe lidar,  faz bobagem. A internet pode  realmente deixar de ser essa terra de ninguém pq nós enquanto seres humanos não  aprendemos a lidar com a nossa liberdade e muitos por pura ignorância ou maldade  acabam criando e espalhando notícias inverídicas ou prejudicando muita  gente.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;É preciso enxergar sempre os dois lados para não se  atirar pedras antes de se entender o pq das coisas  acontecerem.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-6960080923480145200?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/6960080923480145200/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2010/03/ditadura-censura-na-internet.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/6960080923480145200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/6960080923480145200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2010/03/ditadura-censura-na-internet.html' title='Ditadura? Censura na Internet?'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-1346709698104654151</id><published>2010-02-25T08:56:00.000-08:00</published><updated>2010-02-25T09:08:00.080-08:00</updated><title type='text'>Big bang</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;De repente começo a me sentir atemporal, como se não  importasse mais o antes nem o depois e o agora só existisse porque posso  sentí-lo; é uma sensação estranha como se eu não tivesse mais uma identidade;  sou mais uma na multidão, um rosto anônimo que não tem marcas e não escolhe mais  nada, represento uma raça e é só. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Não é muito, aliás isso não é absolutamente nem um  pouco interessante, não tenho poder, não tenho um nome conhecido por alguma  habilidade específica que possa contribuir para o bem comum, nem sou detentora  de nada nem tenho meios para mudar nada ao redor de mim.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Paro e penso que nem da minha vida tenho as rédeas  pois ela corre ao sabor das possibilidades que não estão nas minhas mãos e quase  tudo me foge inexoravelmente, ficando eu somente comigo mesmo e minha  indefectível consciência. Felizmente ela não me acusa de inércia, ao contrário,  ela sempre me aponta direções, mas que nem sempre posso comandar, e eu luto para me  manter na superfície, não na superficialidade.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Onde foram parar os sonhos, os ideais? Será que  ainda os tenho escondidos sob as dobras dos dias? Ou os matei com a minha  identidade que agora é um mero número de CPF?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Não quero só seguir a multidão, me recuso a ser uma  réplica humanóide sem rebeldia.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Quero de volta os meus dias azuis, meus sonhos,  minha capacidade de voltar a sonhar.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Quero acordar em outro dia, em outra página da  história e voltar a ser um personagem com rosto, passado e  futuro.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Cadê os meus pares, meus amores? Cadê os meus  pecados? &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Estou sem chão e sem tempo, acampada em algum lugar  que nem sei mais qual é, sem portas de entrada e sem conhecer as da  saída.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Que sentimento me envolve agora? Não importa...daqui  a pouco nada mais fará sentido, não haverão mais quadros nas paredes, nem telas  frias com entrada para outras casas. Nem meu CPF me  identificará...&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Quiçá haja alguém para contar o que sobrou do meu  big bang.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-1346709698104654151?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/1346709698104654151/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2010/02/big-bang.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/1346709698104654151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/1346709698104654151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2010/02/big-bang.html' title='Big bang'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-2019628387351444365</id><published>2009-10-29T16:49:00.000-07:00</published><updated>2009-10-29T16:51:02.672-07:00</updated><title type='text'>Usinas</title><content type='html'>A partir do momento em que um radar descobre em si um canal de comunicação com a  sociedade por sua qualidade artística, esse radar passa a se sentir menos  estressado, menos frustrado, consequentemente mais equilibrado emocionalmente.  Não é preciso necessariamente que esse radar experimente a fama, ele precisa  simplesmente descobrir em si o canal da sua habilidade para fazer escoar sua  comporta de emoções e sentimentos represados, traduzindo sua comunicação sob a  forma artística, ou produzindo sua arte como uma forma de refletir nela o que  lhe transborda, ainda que seja unicamente para o seu prazer.&lt;br /&gt;Além da  capacidade artística o radar tem a habilidade para com profissões específicas  como psiquiatria, filosofia, causas humanitárias em geral e outras.&lt;br /&gt;No mesmo  compasso o não radar precisa transbordar, entretanto no caso do não radar ele só  precisa de uma válvula de escape que esgote a energia física acumulada na sua  usina pessoal, e a energia psíquica acumulada na sua tela mental, já que o não  radar faz parte daquela parcela mais ligada às coisas da matéria.&lt;br /&gt;A energia  psíquica acumulada na tela mental do não radar advém do seu contato com outras  pessoas não radares e com as radares, ou “captadoras”.&lt;br /&gt;O radar tem sua tela  mental mais afinada com energias sutis, que são energias ligadas às emoções e  sentimentos, daí a necessidade do captador ou radar se comunicar passando esse  mesmo tipo de energia.&lt;br /&gt;O acúmulo de energias dentro de uma pessoa tem a mesma  força que águas represadas em diques, elas geram força. A força deve ser  direcionada para a criação, para o esforço físico ou mental. Quando todo esse  potencial energético fica contido sem uso ou explode em violência, em patologia  psíquica ou é somatizada em doenças físicas.&lt;br /&gt;Todo tipo de energia acumulada  no corpo humano deve ser escoada por canais apropriados, incorrendo esse acúmulo  em desarmonia física ou emocional. Nosso corpo funciona como uma máquina e como  toda máquina precisa estar equilibrada para funcionar perfeitamente. Vejamos:  uma máquina qualquer que pode ser um aparelho eletroeletrônico, se  sobrecarregado de energia queima, o corpo humano não queima como um aparelho,  mas funciona mal, sente dores, adoece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Bom Dia (da série Bom Dia)&lt;br /&gt;Angélica T.  Almstadter&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero silêncio para mergulhar dentro de mim, e ouvir os  meus sons, quero ouvir o badalar dos sininhos que tocam e tocam anunciando que a  paz que eu persigo não mora longe daqui.&lt;br /&gt;    Não sei se as portas me  incomodam por que estão fechadas, ou se me perturba não atravessá-las. Vou me  permitir ir pra rua beber a luz do sol e os barulhos do feriado. Quiçá entre  tantos rostos e sorrisos eu perceba que a vida é tão mais intensa do que parece.  Que esse sopro que ela me mostra; seja só um brinde; para que eu aceite muito  além dessa taça requintada.&lt;br /&gt;    Vou pra rua, vou ver gente...preciso ouvir  vozes e ver crianças de verdade.&lt;br /&gt;Ver namorados, homens, senhoras, velhos,  gente que sai à rua pra viver e respirar como eu preciso fazer.&lt;br /&gt;  Não ligo  mais para essa tristeza que me persegue, ela parece uma segunda pele, que em  muitos dias me faz nua, só para desfilar meus pecados, meus sonhos abjetos, é  ela responsável pela cumplicidade que me faz mansa mesmo quando a veia ferve ou  o ódio me atiça as entranhas.Ah, não estranhe meu ódio assim brutalmente  revelado, ele também percorre algumas linhas mestras, nos intervalos do meu amor  escandalosamente rabiscado.&lt;br /&gt;    Eu não poderia ser uma balança fiel se não  transgredisse  os mandamentos. A docilidade das minhas palavras também prova o  amargo da fúria, e é assim que rompo as portas e avanço para a multidão, vou em  busca do silêncio de dentro de mim, que está na rua, no meio dos transeuntes,  pra remoer as minhas palavras, açoitar meus sentimentos, remexer as minhas  emoções, conversar com meus pensamentos sem interrupções. Não quero dividir esse  estorno de sensibilidade que baila na minha pele.&lt;br /&gt;   Vou rascunhar na minha  memória as minhas vontades, revirar e revisar os meus conceitos, quando colocar  as emoções no lugar eu volto e passo a limpo toda a minha ansiedade.&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-2019628387351444365?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/2019628387351444365/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/10/usinas.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/2019628387351444365'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/2019628387351444365'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/10/usinas.html' title='Usinas'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-698389763902809234</id><published>2009-09-22T16:55:00.000-07:00</published><updated>2009-09-25T12:17:04.206-07:00</updated><title type='text'>Captando o mundo ao redor</title><content type='html'>Fica dentro de mim um certo desalento por observar que está  morrendo o romantismo, eu que sou uma romântica incorrigível e que tento colocar  dentro das minhas poesias e prosas todo um mundo de sonhos e ilusões. Eu ainda gosto de sonhar e cuido do meu coração como se  ele ainda fosse um adolescente pronto para se apaixonar indefinidamente, solto o  pensamento buscando algures um motivo nobre para ter esperança.&lt;br /&gt;Desde que  aprendi a me pensar e me descobrir como pessoa repleta de sentimentos e emoções  passei a observação de tudo que se passa ao meu redor, chegando muitas vezes a  remoer anos alguma coisa até lhe descobrir o significado. Não tenho e nunca tive  o hábito de perguntar como o outro percebe as coisas que o cercam, sempre me  limitei a observar atentamente e descobrir através de uma sondagem sutil, seja  pelos gestos, pelas expressões ou comportamentos. Não é uma pessoa  especificamente que me interessa e sim seu comportamento, seus maneirismos e  costumes, além é claro de todo um complexo de informações pela mídia,  experiências pessoais, conversas e literatura.&lt;br /&gt;Ao longo da minha vida tenho  ainda dividido momentos cruciais, tristes e alegres com familiares e amigos que  vão somando informações importantes, mesmo quando não estou pensando nos  aprendizados desses momentos eles vão sendo armazenados e quando encontram  situações semelhantes mostram-se e registram as impressões principais. Com mais  de meio século de existência e experiências emocionais variadas é possível ter  uma amostragem grande de comportamentos, reações e as correlações que elas têm  com sentimentos e emoções. Como também é possível ter as explicações para esses  acontecimentos por vários ângulos, além de saber qual o comportamento realmente  é mais usual e o mais adequado para cada situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Bom  Dia ( da série Bom dia)&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Angélica T. Almstadter&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De todas as coisas válidas, o que se  conta são as experiências, o que fica retido na memória e essa é a nossa  essência e o combustível que nos move no dia a dia. O que trazemos guardado na  memória e no subconsciente são tesouros que ninguém pode roubar, e ainda que  possamos dividir com um número cada dia maior de pessoas; nunca diminui, nunca  se acaba e a medida que fazemos uso movimentam a engrenagem toda da nossa vida,  nos mantendo vivos e ativos.&lt;br /&gt;Somos a maior complexidade da natureza, pois que  além de uma máquina completa que tem funcionamento perfeitamente preparado para  enfrentar desafios cada vez maiores e mais elaborados, temos corpos outros que  nos dão dimensões diferenciadas; temos alma, espírito e aura que complementam  essa diversidade nossa e que nos distingue de toda a criação divina.&lt;br /&gt;Embora a  complexidade humana de cada um de nós tenha a mesma base, somos seres  diferenciados não só geneticamente, somos, cada um de nós, uma essência única e  imutável.&lt;br /&gt;Tão grande e inexplicável é o mistério que envolve cada um de nós  que é impossível tentar compreender ou traduzir em palavras o que é a composição  de um ser humano em todas as suas dimensões. Não falo de ciência ou de religião  ou de mistérios sensoriais, nem da física, nem da parapsicologia ou psicologia,  nenhuma ciência por mais completa que seja explicaria com certeza a  funcionalidade de cada um num todo, e o por quê da nossa existência.&lt;br /&gt;Está  acima do homem e da sua notável capacidade de compreensão os mistérios que  justificam a sua composição tanto física como espiritual, e é ai é que mora o  grande barato da vida, descobrir a cada dia do que somos capazes, até onde vai  os nossos limites, físicos, intelectuais e emocionais.&lt;br /&gt;Em tudo que observamos  ao nosso redor, encontramos explicações ou procuramos sempre encontrar, faz  parte da natureza humana a observação e tentar encontrar respostas, o homem é um  eterno descobridor, é um ser investigativo, e que por ser assim um ser dotado de  inteligência está sempre analisando cada vez mais fundo tudo que lhe  cerca.&lt;br /&gt;Entretanto como se diz que há mais mistérios entre o céu e terra do  que sonha nossa vã filosofia (Shakespeare), prefiro caminhar não pela razão, mas  pelo coração, já que o meu coração é o mensageiro da minh'alma e em conjunto  definem minha essência única e dela faz a minha vida ser para mim mesma um  mistério novo a cada dia, e me põe em campo a pesquisar as minhas razões.&lt;br /&gt;Sou  de mim mesma um exploradora incansável, e enquanto a vida me apresentar  novas  promessas serei sim a cobaia e descobridora dos meus próprios limites e  mistérios, levando em conta que abaixo do meu Mestre só eu posso me explicar, se  conseguir; e só eu mesma posso me sentir, e isso eu considero um presente  divino.&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para muitas pessoas o poeta ou artista de um  modo geral, são seres alienados e eu digo que muito pelo contrário, essas  pessoas têm as antenas mais sensíveis que as outras pessoas e por isso mesmo é que  captam coisas, sentimentos que passam pelos outros sem que eles lhes dêem  atenção.&lt;br /&gt;O lado oculto de ser poeta é que tudo nele é visto com lentes de  aumento, cada detalhe, cada palavra de um diálogo, cada suspiro e cada expressão  por menor que seja, e quando cada situação é vivida pelo poeta, ninguém pode  imaginar a ebulição que se dá dentro do seu ser, pode ser essa situação de  alegria ou tristeza.&lt;br /&gt;O ver por uma lente de aumento não quer dizer aumentar a  proporção, mas sim ver e sentir sutilezas que não se vê sem estar com a alma  aberta para o mundo como a do poeta ou do artista está.&lt;br /&gt;Não menosprezando a  visão ou o sentimento dos não artistas, mas usando de uma franqueza absoluta: Os  artistas de um modo geral são pessoas especiais, pois têm a missão de imprimir  na sua arte o sentimento e a emoção para o conhecimento e alegria das pessoas. O  artista se comunica com as pessoas através do sentimento, da emoção, porque esta  é a verdadeira face do ser humano, a que não pode se trair nunca.&lt;br /&gt;Por mais  que tente colocar em palavras uma emoção vivida o poeta nunca o consegue  totalmente; dentro de nós a coisa se processa de tal forma que palavras ficam  poucas para expressarem nossos sentimentos nossa emoção, de forma a colocar para  as pessoas sentirem senão igual, ao menos próximo, do que sentimos quando nos  expressamos em palavras, da mesma forma é para um pintor, um escultor ou outro  ramo da arte.&lt;br /&gt;Parece-nos sempre que olhamos para a nossa criação que está  incompleta, daí o hábito de alguns sempre retocarem, é uma maneira de tentar  tornar a nossa arte além de mais bela, mais fiel ao nosso sentimento.&lt;br /&gt;Ao  olhar para o mundo e para as pessoas nós poetas temos uma visão muito crítica e  muito sofrida, porque por termos a alma aberta para captar emoções e  sentimentos, fica impossível não traduzir nosso sentir na nossa arte, já que ela  é o nosso reflexo imediato, assim se nos deparamos com coisas boas ficamos  exultantes e nossa arte reflete nosso estado de alma, se vivemos momentos de  intensa alegria nossa arte explode em cores, e se ao contrário nosso canal capta  as dores e mazelas, certamente nossa criação se arrastará dolorida, e talvez dê  mais frutos ainda, porque além da tristeza e da dor ficamos com a alma tão  compungida que ela nos exortará a criar mais e mais como a buscar em cada  criação a maneira mais próxima de expressar a realidade do sentimento ou para  sangrar até esvaziar a sensação que tomou conta de nossa alma.&lt;br /&gt;A poesia não  se extingue dentro do poeta, porque o que move as palavras do poeta são os  sentimentos e emoções por ele experimentados e a sua necessidade de esvaziar a  sua alma nas palavras, que compostas à sua maneira própria expressam um momento  único onde o seu eu conversa com a sua alma e em harmonia traduz nas letras toda  a emoção. Após cada criação o poeta fica em êxtase, seu “filho” está ali bem  diante dos seus olhos&lt;br /&gt;e ele tem para com esse “filho” tanto amor quanto se  tem por um concebido da carne, esse é o filho da emoção.&lt;br /&gt;Cada criação tem  para o criador a lembrança de um momento especial por ele vivido, pode-se até  esquecer o motivo que o levou a criar, mas nunca esquecer o  sentimento e a emoção no momento da concepção, o poeta tem a memória sensorial  permanente.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Bom Dia  (da série Bom Dia)&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;b&gt;Angélica T. Almstadter&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando dou vida às  palavras, deixo que adentrem os meus sonhos e explorem os recantos da minh'alma,  mas não dou espaços e desvãos imerecidos a quem não saiba ler e merecer adentrar  meus mistérios, os segredos dos meus férteis sentimentos.&lt;br /&gt;Na vida que  desabrocha das minhas palavras quase sempre imprimo um pouco da minha essência,  e quem há de senti-la se não me souber ler, ou passear nas minhas entrelinhas  repletas de recados ou reclamos.&lt;br /&gt;Quem há de decifrar meus desafios diários ou  meus jorros, sem se despir dos preconceitos?&lt;br /&gt;Não...não há de me entender  plenamente quem não tiver a alma aberta aos vôos e o coração limpo das amarras e  impurezas que prendem à carne, ao mundo das coisas tangíveis e das orgias, pois  essas não entoam cânticos, nem sabem da leveza do espírito, nem da alvura da  alma.&lt;br /&gt;É inútil cantarolar para a insensibilidade das cervizes duras.&lt;br /&gt;É  inútil cantarolar para a luxúria. Não se reconhecem passos leves no chão onde só  se ouve a cavalaria trotear.&lt;br /&gt;Dou asas aos meus sonhos porque vão ao infinito  e se misturam ao pó das estrelas, às chuvas siderais onde cada partícula tem sua  importância, num espaço onde não haja donos e a imensidão os acolhe no  silêncio.&lt;br /&gt;Onde a vida só a eles pertencem, porque são livres, castos ou não  sem que isso tenha a menor relevância.&lt;br /&gt;Vida que te quero sempre viva nas  minhas palavras, alegre, irreverente, audaz, provocante, simples, romântica, mas  eternamente pura,&lt;br /&gt;como nasce; sem travas e sem medo do reflexo verdadeiro  que a faz de mim sua condutora plenamente sincera.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O  mundo está cheio de artistas e poetas e a grande e esmagadora maioria não vive  da sua arte, e está aí em muitas outras profissões ganhando o seu sustento e  muitas vezes matando o seu poder de criação pela falta de tempo. A criação exige  tempo, coisa que fica cada vez mais rara num mundo onde se precisa matar um leão  por dia para sobreviver. Mesmo que esses poetas não possam de dedicar à sua arte  ou dedique a ela um tempo pequeno, o seu “radar” está pelo mundo a captar os  sentimentos e emoções do que gira ao seu redor. O que será que acontece com esse  radar de emoções se não expressar de alguma forma? Como será que esse radar vai  esvaziar-se se muitos não encontram uma forma de desfazer-se dessa coisa que se  avoluma nele? E o que é pior, nem sabem que são antenas nesse mundo.&lt;br /&gt;Todo ser  humano tem dentro de si um potencial a ser desenvolvido e quando é descoberta a  sua “veia” para uma determinada arte ou função, mesmo que ele faça uso desta de  maneira regrada, isso faz com esse ser humano seja mais equilibrado. Por quê?  Porque o atrito entre ele e a sua alma acaba sendo menor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se pode  imaginar que uma pessoa viva de forma equilibrada se ela não estiver contente  com seu trabalho, vamos dizer que ela não tenha uma profissão que goste, não  tenha uma situação financeira favorável e se ainda por cima não for feliz na  vida amorosa. Se essa mesma pessoa, nas mesmas condições for um radar e tiver a  chance de exteriorizar pelo menos parte do que capta, certamente ela conseguirá  conviver com essa situação e terá forças para lutar e mudar esse quadro, ou pelo  menos parte dele, sem que para isso ela tenha atos comprometedores na sociedade,  como a delinqüência. Ao contrário, se não houver para esse radar um canal para  escoar o que dentro dele se avoluma, o mais certo é que ele somatize para seu  organismo, adoecendo. Algumas dessas pessoas que têm esse “radar” não conseguem  conviver com essa coisa de captar sentimentos e emoções, alguns se perdem da  razão e acabam por cometer crimes, outros ainda desenvolvem patologias  psíquicas. Uma grande soma de pessoas não se conhece e não se conhecendo não tem  idéia de suas habilidades e potencialidades, é onde então ela se perde do seu  eu, vive por viver sem se questionar e estaciona sem enxergar nada além do seu  mundinho físico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então se todo ser humano tem em si um potencial a  ser desenvolvido e essa mesma pessoa, em iguais condições não for um radar  provavelmente ela terá condições racionais de procurar uma profissão onde se  realize e uma situação amorosa que combine com sua maneira de ser. Esse não  radar está entre as pessoas que falei lá atrás que tem mais intimidade com as  coisas da matéria.&lt;br /&gt;Se partirmos do princípio de que há radares e não radares  imaginamos que ambos têm visões diferenciadas do mundo e ambos têm uma maneira  singular de viver. Agora, se esses dois biótipos não forem reconhecidos por si  próprios como pode o mundo ao seu redor conhecê-los e diferenciá-los? Por que  diferenciá-los?&lt;br /&gt;Seria ideal se cada pessoa tivesse um encontro consigo  própria para definir em que grupo está para se situar melhor no que a cerca e no  mundo. Não que isso devesse dividir em clãs as pessoas, mas com isso integrá-las  de forma a que interajam mais no seu meio contribuindo para que os seus  semelhantes encontrem nelas o exemplo para buscar o equilíbrio e a forma mais  humana de viver&lt;br /&gt;Reafirmando, não se trata de dividir as classes, menos ainda  de rotular, o que é preciso é que as pessoas aprendam a olharem para dentro de  si e dessa forma identificarem o modo de vida próprio de sua natureza para assim  descobrirem o que contribui para que elas produzam mais e melhor, tanto no  âmbito familiar como social, tanto os radares como os não radares.&lt;br /&gt;Diminuiria  sobremaneira a violência e as patologias se os radares se aprendessem como tal e  se dessem o prazer de escoar através da arte ou dos interesses pelas causas  humanitárias toda essa bagagem que amontoam dentro de si.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Bom Dia ( da série Bom dia)&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Angélica T. Almstadter&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tantos são os caminhos, tantas as  porta, tão longas as distâncias.&lt;br /&gt;Tão ligeira a imaginação e tão difícil os  acessos.&lt;br /&gt;Tantos são os atalhos, tão sutis as falas&lt;br /&gt;e tão breves as  circunstâncias.&lt;br /&gt;Momentos, isso sim, são feitos de momentos os nossos melhores  dias,&lt;br /&gt;nossos mais fraternos encontros.&lt;br /&gt;Deixam marcas visíveis,&lt;br /&gt;deixam páginas inteiras escritas, deixam saudades gostosas,&lt;br /&gt;saudades  doídas.&lt;br /&gt;Deixam uma lágrima que nunca seca.&lt;br /&gt;Não se foge do caminho que  está sob os pés,&lt;br /&gt;Ainda que esmurremos portas erradas, a porta certa está  levemente encostada&lt;br /&gt;esperando ser aberta muitas vezes; à nossa frente...&lt;br /&gt;e  na hora certa, num passo iremos transpô-la.&lt;br /&gt;Não sei se o futuro está gravado  em algum livro,&lt;br /&gt;não sei se os acontecimentos&lt;br /&gt;do hoje determinam o amanhã.  Sei que caminhamos inexoravelmente&lt;br /&gt;para o amanhã...às cegas.&lt;br /&gt;Sei do que  está refletido na minha retina, do que é ansiado por mim, do&lt;br /&gt;que busca meu  interior, minh´alma. Sei bastante de mim, sei bastante do que quero, sei do  mundo que vivo...&lt;br /&gt;Sei do que preciso. Só não sei se existe...&lt;br /&gt;Sigo minha  intuição, minha inclinação, tateio e reconheço alguns traços...&lt;br /&gt;Recolho  alguns pedaços dos fatos dos lapsos e em algum ponto hei de&lt;br /&gt;encontrar por  inteiro o que me for verdadeiro.&lt;br /&gt;Há um horizonte calmo e definido desenhado à  minha frente,&lt;br /&gt;sei que me convida, e com ele vou ter, hoje ou amanhã;&lt;br /&gt;porque sei que me aceita, me tem como sua eleita,&lt;br /&gt;e me embala os sonhos  todos os dias em que me perco nas suas&lt;br /&gt;linhas mansas e profundos  rasgos.&lt;br /&gt;Não sei se o alcanço enquanto a vida me pulsa,&lt;br /&gt;mas sei que lá  derramarei minha essência,&lt;br /&gt;e lá moram minhas vontades...lá sossegam minhas  vaidades.&lt;br /&gt;Assenta-se tranqüila minha insanidade.&lt;br /&gt;Lá onde minha inquietude  não é questionada.&lt;br /&gt;Lá e só lá me encontrará a vida.&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os  artistas e os poetas não carecem necessariamente da paternidade carnal, já que a  sua criação acaba por preencher esse espaço; pode parecer louco esse pensamento,  entretanto é fácil compreender quando se tem dentro de si essa experimentação,  essa visão. Não se exclui desses radares o prazer da paternidade carnal,  evidentemente, nem se pode dizer que sua criação é igual a carnal, como também  não se pode dizer que os radares não sintam a necessidade ou o desejo da  paternidade carnal.&lt;br /&gt;Ao passar um olhar rápido pela história da humanidade a  gente comprova isso: Bethovem, Van Gogh, Fernando Pessoa, Mahatma Gandhi, entre  outros, sendo que nesse último exemplo temos Gandhi que voltou o seu “radar” em  função das questões humanitárias, uma outra forma de esvaziar-se e ao mesmo  tempo satisfazer-se como pessoa. Há casos como o de Jean Jacques Rousseau que  teve filhos, mas os entregou para instituições porque não se sentia capaz de ser  pai com a qualidade necessária.&lt;br /&gt;Os radares de emoções carecem da maioria do  seu tempo para criarem, pensarem, refletirem para assim poderem traduzir em  textos seus pensamentos, emoções e sentimentos. As pessoas radares que se  dedicam as grandes causas humanitárias, são pessoas desprendidas que se  preocupam mais com a humanidade com que realmente o que acontece em suas  vidas.&lt;br /&gt;A maternidade tanto quanto a paternidade exigem o dom de estar  disponível, de se doar por completo, como exige um compromisso e a  responsabilidade integral até o fim, evidente que não é preciso abrir mão da sua  vida, mas é preciso estar presente sempre como pai ou mãe, a maternidade e a  paternidade também é uma vocação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma que  o poeta (ou artista) parece viver alienado porque se interioriza para criar,  vive um radar aquele que é um captador de emoções em potencial, mesmo que às  vezes ele não saiba que tem esse potencial, são pessoas que gostam de ficar  quietas, gostam de ter momentos de solidão para refletir, gostam de ler e toda  forma que possa encontrar para estar a sós consigo mesmas. Normalmente as  pessoas radares mesmo que extrovertidas são consideradas solitárias, fica claro  na maneira que agem, falam e comportam.&lt;br /&gt;Muitos atos estabanados que culminam  em violência têm a ver com a invasão de privacidade dessas pessoas, que sem o  saberem reagem assim como defesa porque há nessas pessoas um desequilíbrio entre  sua alma e seu eu. Mas por quê? Porque essas pessoas não sabem como ou não tem  um canal para escoar suas emoções e com isso reagem com explosões violentas ou  doentias. Essa falta de conhecimento do lado captador faz com que muitos desses  radares vivam em desarmonia consigo mesmas, com as famílias e com a sociedade.  Isso talvez explique alguns comportamentos.&lt;br /&gt;As pessoas de um modo geral  precisam de uma válvula de escape, alguma coisa que as desligue da rotina e dê  prazer, por isso é preciso escolher alguma coisa que relaxe ao invés de deixar  tensa. É preciso escolher alguma coisa que acima de tudo dê prazer, que gere  alegria e por sua vez libere serotonina. As pessoas que não têm válvula de  escape enrijecem e vivem de mau humor.&lt;br /&gt;O fato das pessoas não se conhecerem,  mesmo com toda a evolução, é que torna a psicologia, psiquiatria e a psicanálise  extremamente importante, embora essas práticas não estejam ao alcance da maioria  das pessoas. É uma prática comum as empresas passarem seus candidatos pelo crivo  desses profissionais a fim de adequarem aos cargos os perfis dos  entrevistados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Estatutos do Poeta&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Angélica T.  Almstadter&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao poetas deveria ser dado somente o direito de sonhar, sem  ter que se preocupar com responsabilidades, sem ter que se guiar pelos relógios  dessa terra. Os poetas tem as estrelas e os astros como parâmetros.&lt;br /&gt;Aos  poetas não deveria ser dado nenhuma obrigação, não para fazê-los vagabundos, mas  para deixá-los livres para o mundo.&lt;br /&gt;Aos poetas não se deveria impor o  sacrifício de ganhar o seu sustento, o poeta precisa menos do alimento para o  corpo que o linimento para a su´alma.&lt;br /&gt;Aos poetas, jamais deveriam ser  solicitadas prestação de contas; hora marcada, noção de dia e mês, nem se é de  tarde ou madrugada.&lt;br /&gt;Os poetas são seres sem amarras, sem censuras e sem  travas. Não sabem viver algemados, não suportam bater o ponto. Não são felizes  com asas cortadas.&lt;br /&gt;Os poetas deveriam ser perdoados dos seus esquecimentos  dos seus devaneios fora de estação.&lt;br /&gt;Os poetas deveriam ser poupados da razão.  Deveriam ter o direito de interromper o que quer que fosse, para rabiscar um  pensamento, rascunhar um poema, em qualquer lugar que estivesse, em qualquer  hora que a inspiração chegasse, para jamais correrem o risco de se perderem de  sua alma, nos momentos de vôos que só aos dois pertence.&lt;br /&gt;O silêncio é o  combustível do poeta e deveria ser respeitado, tanto quanto sua tristeza, que  não poderia nunca ser investigada.&lt;br /&gt;O poeta gosta da solidão, convive muito  bem consigo mesmo, ainda que exploda em versos, prosas e muitas palavras soltas  e em tantos pensamentos, até sem cabimentos. O poeta só precisa de um ouvinte,  um leitor atento, de carinho, afagos e um, colo sossegado para vaguear os seus  desvarios.&lt;br /&gt;O poeta é um amável insensato, que dorme quando deveria estar  acordado e tem insônia quando o mundo todo dorme sossegado.&lt;br /&gt;Ao poeta, se  deveria perdoar a loucura, a pouca compostura, o cabelo despenteado, o olhar  esgazeado; pois a insanidade do poeta é eterna, além da saudade, pois sem  saudade, o poeta não hiberna.&lt;br /&gt;Os poetas são sonhos personificados e só por  isso deveriam ser cortejados, respeitados e poupados das mágoas desse mundo,  pois já tem as suas próprias. Poupados deveriam ser das dores, pois já sangram,  sensivelmente pelas dores do ser amado.&lt;br /&gt;Aos poetas, a anistia da razão a  euforia da emoção e o beijo delicado.&lt;br /&gt;Ah! Os poetas, esses gentis amantes com  suas paixões intermitentes e eternos amores; são deliciosamente ousados e  infinitamente atraentes.&lt;br /&gt;Que se lavrem o estatuto, que se reconheçam esse  tratado.&lt;br /&gt;Que se abram as portas e que seus vôos beijem, o azul da imensidão  sem regras, sem rótulos e sem grilhões; enquanto ainda vivem os poetas nesse  mundo de ilusões.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-698389763902809234?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/698389763902809234/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/09/captando-o-mundo-ao-redor.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/698389763902809234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/698389763902809234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/09/captando-o-mundo-ao-redor.html' title='Captando o mundo ao redor'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-1637904628382342907</id><published>2009-07-22T15:06:00.000-07:00</published><updated>2009-07-22T15:11:34.486-07:00</updated><title type='text'>dos relacionamentos</title><content type='html'>&lt;i&gt;&lt;br /&gt;A vida antes pacata e quase sem ambições foi substituída por  uma vida corrida, competitiva e numa desenfreada busca de possuir cada vez mais.  O ter passou a ser mais importante que o ser. A tecnologia contribui para que os  comportamentos sofram influência direta, já que tudo gira em torno dela no nosso  dia a dia, seja de trabalho ou lazer, e as pessoas que não conseguem participar  dessa corrida de aquisição tecnológica se sentem marginalizadas, frustradas, e  isso faz com que muitos, principalmente os mais jovens, enveredem pelo mundo do  crime, roubando e matando, porque essa é a maneira que alguns encontraram para  “ter” e assim não se sentirem tão diminuídos diante da sociedade que insiste em  negar-lhes o direito de pertencer a uma sociedade justa e  igualitária.&lt;br /&gt;Entretanto não é só o jovem que se sente excluído quando não  consome, é todo um contingente de pessoas que buscam incessantemente acompanhar  em vão o volume e a velocidade cada vez mais frenética da indústria tecnológica,  que vai imprimindo nas pessoas o desejo de consumir vorazmente.&lt;br /&gt;Tudo ficou  muito descartável, pela maneira veloz com que a tecnologia avança, e juntamente  com os aparelhos, as pessoas estão ficando descartáveis; como o ser humano não é  uma máquina que evolui tecnologicamente ele vai sendo superado por outro e outro  sucessivamente como se isso pudesse explicar a enorme insatisfação  humana.&lt;br /&gt;Uma máquina produz prazer por tempo indefinido já que ela vai se  modernizando, como no caso de um microcomputador, celulares, MP3 , MP8 e assim  por diante e outros tantos, as novidades não param, e ao invés do envolvimento  com um outro ser humano que não tem novidades todos os dias, as pessoas preferem  o prazer frio da máquina.&lt;br /&gt;Quando digo que as pessoas não proporcionam tanto  prazer como as máquinas, digo-o pelo tipo de prazer procurado pelos adoradores  de novidades tecnológicas.&lt;br /&gt;Nesse mesmo ritmo surge a tecnologia que retarda o  envelhecimento, ou tenta prolongar a juventude, porque ser velho hoje é feio!  Imagine dizer isso num país, principalmente nos orientais, onde os mais velhos  são tratados como relíquias pelos mais novos, eles que são considerados a  verdadeira fonte da sabedoria.&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Stand by&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu fazendo download&lt;br /&gt;no meu coração&lt;br /&gt;você em stand  by&lt;br /&gt;contempla&lt;br /&gt;vê se acorda e zipa&lt;br /&gt;meus documentos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fiz up date de  você&lt;br /&gt;liberei o firewall&lt;br /&gt;e você continua&lt;br /&gt;stand by&lt;br /&gt;vê se acorda e  executa&lt;br /&gt;meus programas&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É tanta novidade na  indústria da beleza que é preciso muito fôlego e dinheiro para se poder  acompanhar uma parte, já que o todo é impossível. As pessoas podem se modificar  totalmente, remodelar o corpo, o rosto, aumentar e diminuir os volumes de seios,  nádegas, barriga, pernas, etc. Podem ter cabelos curtos num dia e longos no  seguinte. A coisa ficou tão requintada a ponto de se fazer tratamentos para a  pele com ouro, diamantes, cristais.&lt;br /&gt;A indústria da beleza antes só  direcionada à mulher hoje tem no homem um alvo potencial também, já que ele hoje  também disputa espaço nas clínicas salões e estéticas.&lt;br /&gt;Estimulado por essa  nova realidade temos um mercado de relacionamentos muito, mas muito mais  exigente, onde a sensação presente tanto para homens como para mulheres é de se  estar na vitrine constantemente e vivendo sob a pressão de ser rejeitado por não  corresponder ao modelo que as mídias estereotiparam.&lt;br /&gt;Essa vitrine também se  pode verificar, não em menor escala, no mercado de trabalho, onde a aparência  vale até mais que a capacidade e o conhecimento.&lt;br /&gt;Ter rugas é over! Não ter a  pele de pêssego é um pecado, celulite então, um horror.&lt;br /&gt;Pensa-se pequeno  quando se procura um relacionamento; e como as qualidades não estão estampadas  na face e não despertam tesão é preciso procurar um motivo de tesão, e é claro  que ele vem da aparência e se vier acompanhada de um estilo tecnologicamente  correto, tanto melhor. O investimento pessoal hoje é muito alto daí as pessoas  se valorizarem tanto a ponto de se tornarem exigentes demais na hora de se  comprometerem com outra pessoa. Quando um casamento não dá certo e não há filhos  envolvidos os filhos homens ou mulheres acabam voltando para a casa dos pais,  que geralmente não desfizeram seu quarto, embora essa tendência seja muito maior  entre os homens. As mulheres têm uma visão um pouco mais livre quando se trata  de terminar um casamento, normalmente elas trabalham e se mantêm e preferem ter  seu próprio espaço para recomeçarem sem a interferência dos pais. Os homens  preferem estar por perto dos pais, onde se sentem protegidos e que de alguma  forma não exige deles tanta responsabilidade em manter seu próprio espaço, por  questões organizacionais. O homem gosta mais da dependência da mãe que as  mulheres que são criadas mais em contato com a vida doméstica e para elas é mais  fácil ter seu espaço que disputar o dela com a mãe.&lt;br /&gt;A maioria esmagadora das  mães gosta da volta do filho nessa circunstância é como se recuperasse o filho. &lt;br /&gt;É sabido que o homem quando se casa procura na mulher um pouco da sua mãe, é  uma relação meio incestuosa porque o homem quer uma mulher diferente da sua mãe  e ao mesmo tempo que possua as qualidades que sua mãe tem, ou gostaria que  tivesse.&lt;br /&gt;Mas e a mulher o que procura quando se casa?&lt;br /&gt;A mulher tem uma  visão mais romântica, ela procura o príncipe encantado, o homem sem defeitos e  que vá realizar seus sonhos.&lt;br /&gt;Será que essa ainda é a visão que a maioria das  mulheres tem do casamento? Um pouco, mas já tem mudado bastante porque a mulher  tem procurado, especialmente nas camadas onde o nível de estudo é mais alto, um  companheiro com quem possa dividir experiências, constituir família e  patrimônio, com os pés bem fincados na realidade, por esse mesmo motivo quando  não se consegue atingir essas metas por falha de um deles o casamento termina e  a amizade muitas vezes permanece, porque a divergência se mostrou só no convívio  amoroso.&lt;br /&gt;Os homens embora ainda tenham lá no fundo a mesma busca do tipo  Édipo Jocasta; perderam um pouco do interesse no casamento, visto que o excesso  de liberdade das mulheres mudou as regras do jogo passando-as de caça a  caçadoras. O instinto do homem de ser o cortejador lhe concedia a fama de ser o  dono da situação e a partir do momento em que a mulher inverteu esse papel e  colocou o homem num pedestal como se fora um objeto; causou nele desinteresse  pelo casamento como ato institucional e instigou sua vaidade que o torna de  certa maneira desdenhoso para com as mulheres.&lt;br /&gt;A parcela de futuros maridos  prefere mulheres que tenham uma carreira profissional e independência  financeira, são esses os que olham a mulher não como um adorno para o lar e sim  com uma companheira, alguém com quem além de dividir a cama e a mesa tenha  motivos outros para conviver. Nesse caso a inteligência da mulher e a sua  realização pessoal e profissional também se tornam um atrativo para o  homem.&lt;br /&gt;Há ainda uma generosa quantidade de mulheres que preferem não se  envolver em compromisso sério e viverem quase que exclusivamente para a  realização pessoal e profissional. O mundo moderno abriu as portas para as  mulheres crescerem profissionalmente até em profissões que antes eram de  exclusividade dos homens, com isso está surgindo mais e mais a mulher  independente voltada para a sua satisfação, que pode optar em ter filhos como  “produção independente” , com a participação masculina sim, mas sem que  necessite da paternidade na criação ou na manutenção da sua cria.&lt;br /&gt;Dos  relacionamentos de iguais não tenho ainda uma opinião totalmente formada, meu  contato com esse tipo de relação ainda é pequeno para observação, ele só se dá  na esfera das celebridades, ou seja longe do meu âmbito social.&lt;br /&gt;É mais fácil  falar dos modelos pré-estabelecidos pela sociedade que os considera “normais”,  por fazerem parte do nosso dia a dia, entretanto a multiplicidade de modelos de  relacionamentos vem ganhando espaço no mundo moderno por afinidades  indiscutíveis e para essa gama de modelos é preciso um capítulo à  parte.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Boa Noite &lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;( da série boa Noite&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se me cerco de mil  palavras e gestos, é porque sei que faço deles, meu elo com o mundo que  atravessa minha soleira, um mundo que não aceita silêncios, não entende olhares.  Não gosta e não conhece excesso de franqueza. Não compreende a beleza simples  das expressões naturais.&lt;br /&gt;Se receio contatos e toques é porque as mãos que me  esbofeteiam hoje, me acariciaram ontem. Se recuso beijos é porque o selo frio  dos lábios me assusta, tanto quanto promessas, não cumpridas.&lt;br /&gt;Tenho as  frestas entreabertas, e guardo as luas encobertas para que só meus olhos as  toquem, uma a uma, em cada fase.&lt;br /&gt;Não me dou em bandos, não me acho além  dessas quatro paredes; tenho a sede dos oceanos, mas braços de rios.&lt;br /&gt;Tenho a  infinitude da imensidão, a solidão dos astros e a liberdade dos ventos.&lt;br /&gt;Tenho  olhos de constelação e brilhos emprestados.&lt;br /&gt;Vejo a vida pelo espelho da minha  retina, onde costuro no tempo o que vestirei na eternidade.&lt;br /&gt;Tenho plumagens e  não sou pássaro.&lt;br /&gt;Tenho cores e não sou o arco-íris.&lt;br /&gt;Ando solta e sem laços  porque sou única&lt;br /&gt;e não me encaixo em nenhuma fenda.&lt;br /&gt;Não nasci para  oferenda, mas tenho meu nicho de adoração, onde cultuo e brindo a mansidão  serena que me visita em rasgos.&lt;br /&gt;Da minha soleira para o universo&lt;br /&gt;basta um  momento, um pensamento.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;Há relacionamentos abertos  onde cada qual tem a sua liberdade sem que o outro interfira, não sei se é um  relacionamento sério já que não há fidelidade nem compromisso de ambos os lados. &lt;br /&gt;A maior dificuldade dentro de um relacionamento hoje é manter a fidelidade,  já que hoje as mulheres também descobriram na traição uma forma de dar o troco  ao que os homens sempre fizeram. Embora nem sempre a traição seja usada como uma  forma de vingança, o que ocorre é que a partir da liberação das mulheres elas  resolveram experimentar tudo que antes não lhes era dado o direito.&lt;br /&gt;É preciso  lembrar que a traição sempre existiu por parte de ambos os sexos, o que mudou  foi que antes era quase que um privilégio exclusivo dos homens e hoje a mulher  trai tanto ou mais que o próprio homem.&lt;br /&gt;Além da traição há outros fatores que  minam as relações como a falta de responsabilidade em assumir cada qual a sua  parte dentro do compromisso, a falta de tolerância para com os erros e defeitos  do outro. Há sempre a expectativa de se encontrar outro (a) parceiro (a) que não  possua o mesmo defeito, assim os casais estão sempre olhando ao entorno e  fazendo comparações.&lt;br /&gt;A facilidade com que se entra e sai de um relacionamento  acaba por deixar as pessoas insatisfeitas e sem ânimo de estabelecer um  compromisso mais sério e duradouro.&lt;br /&gt;Na minha geração ainda se encontram  casais que completaram bodas de prata, casamentos duradouros apesar de todas as  dificuldades, entretanto os mais jovens não tem a mesma paciência para lidar com  essas mesmas dificuldades, basta observar suas críticas dirigidas aos pais e  seus comportamentos.&lt;br /&gt;Muito embora a minha geração tenha sido a geração que  inaugurou o desquite e o divórcio e foi a geração que primeiro experimentou a  troca de parceiros ainda é uma geração de casamentos longos, ainda que sejam  dois casamentos, diferentemente das mais novas onde os casamentos terminam bem  antes de completar 7 anos.&lt;br /&gt;Apesar de tanto experimentarem relacionamentos,  tanto homens como mulheres, não aprenderam ainda a poupar os filhos de seus  desvarios, evitando colocar no mundo filhos sem uma família para servir de apoio  para seu crescimento e desenvolvimento social. Ao se envolverem em vários  relacionamentos sem saber ao certo se algum deles vai se tornar um  relacionamento sério, seria preciso que ambos tomassem cuidados para evitar que  tantos abortos fossem feitos comprometendo a saúde de tantas mulheres, e o  nascimento de filhos indesejados, frutos de um prazer passageiro.&lt;br /&gt;A cada dia  se pode ver nos noticiários quantos filhos são jogados no lixo após o  nascimento, como se fossem algum objeto sem importância, conseqüência do pouco  valor que se dá a vida.&lt;br /&gt;Eu ainda me pergunto o porquê dessas mães não terem  usado a camisinha ou outro método anti-conceptivo, já que o nível de informação  hoje é massificado e excluindo o interior dos estados onde a mídia não chega com  o mesmo volume de informações fica quase impossível acreditar que seja só falta  de cuidado.&lt;br /&gt;Não acredito faltar informação para esses jovens, acredito sim,  na falta maturidade e de perspectivas de ambos quando se jogam nos  relacionamentos, usando os mesmos somente para extrair dele prazer  inconseqüente. Não obstante terem esses jovens o exemplo de outros jovens e  muitas vezes até seus amigos, acabam incorrendo no mesmo erro.&lt;br /&gt;Dentre os  jovens que tem um nível de escolaridade maior também há ocorrências desse tipo,  porém em quantidades menores; esses jovens priorizam seus estudos e para tanto  tomam mais precauções a fim de evitarem que fuja do controle o relacionamento e  que produza frutos indesejados que podem atrapalhar os estudos e uma futura  carreira.&lt;br /&gt;Como a experimentação das relações completas começa muito cedo e  sem restrições é comum verificar jovens ainda completamente desiludidos com os  romances e desinteressados em firmar compromissos mais sérios e duradouros, não  há expectativas nem novidades tudo já foi consumido desde muito cedo&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-1637904628382342907?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/1637904628382342907/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/07/dos-relacionamentos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/1637904628382342907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/1637904628382342907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/07/dos-relacionamentos.html' title='dos relacionamentos'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-5820147465210897648</id><published>2009-07-15T17:14:00.000-07:00</published><updated>2009-07-15T17:47:09.440-07:00</updated><title type='text'>Loucuras?</title><content type='html'>&lt;i&gt;Da minha constante observação e vivência dos fatos ouso dizer que psiquiatria  nunca foi tão profícua quanto agora, como nunca engatinhou tanto, senão vejamos:  O número de transtornos explicados pela psiquiatria tem aumentado  consideravelmente da mesma forma que o desconhecimento em lidar com tanta  diversidade. Hoje ser “normal” é ser a minoria, porque de perto, como diria  Nelson Rodrigues, ninguém é normal. Vamos chegar a um tempo em que seremos  separados por tribos psiquiatricamente explicadas.&lt;br /&gt;Convivemos numa sociedade  onde as pessoas têm comportamentos conflituosos para consigo mesmas, sem que  isso afete seu convívio social, da mesma forma que se adentrarmos as famílias  vamos observar que não é raro encontrar no meio delas os mais variados  distúrbios psicológicos e psiquiátricos.&lt;br /&gt;Apesar da psiquiatria hoje oferecer  tratamento para a grande maioria de distúrbios mentais, não existe uma política  adequada para atender ao crescente número de pessoas que carecem desse  atendimento. Não existe suporte psiquiátrico por parte das instituições  governamentais para tantos pacientes e para tantos familiares, pois não só os  pacientes carecem de atenção e tratamento, as famílias também carecem de suporte  psiquiátrico para aprenderem e suportarem conviver com seus pacientes, sejam  eles produtivos ou não.&lt;br /&gt;Apesar dos transtornos como T.O.C Transtorno  Compulsivo Obsessivo, da Esquizofrenia, Psicoses moderadas muitos pacientes com  ou sem tratamento são produtivos, ou seja, trabalham, estudam e tem toda a  liberdade de ir e vir sem constrangimento, o que eu, particularmente considero  um ganho, pois a medida que essas pessoas se imiscuem na sociedade e trocam com  ela experiências conseguem conviver com suas dificuldades e muitos aprendem com  essa convivência enxergar em si a necessidade de buscar uma maneira de se  integrar.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Loucura?&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Angélica T. Almstadter&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No balanço das  palavras desconexas&lt;br /&gt;Mordo sons entre os dentes apertados&lt;br /&gt;Como compreender  o tênue fio&lt;br /&gt;Que traspassa esse portal&lt;br /&gt;Se todas as imagens são  complexas&lt;br /&gt;Os sentidos revirados&lt;br /&gt;E estampado no rosto, o riso é  vazio?&lt;br /&gt;Nada é pouco, e nem tudo é total&lt;br /&gt;Existirá um limiar para  razão,&lt;br /&gt;Ou um patamar para loucura?&lt;br /&gt;A inquisição que crucifica&lt;br /&gt;Confere  os atos, mas, produz reflexos?&lt;br /&gt;Quando conhecer a sinceridade pura&lt;br /&gt;Como  conduzir a censura?&lt;br /&gt;Qual o ato que  por si se justifica?&lt;br /&gt;Será que  insanidade diferencia sexos?&lt;br /&gt;Onde as dores dessa fé se estancam?&lt;br /&gt;E onde se  derramam?&lt;br /&gt;Qual foi o tribunal que cegamente&lt;br /&gt;Assinou com lágrimas essa  sentença?&lt;br /&gt;Quanto vale essa presença&lt;br /&gt;Que atribui aos olhos vagamente&lt;br /&gt;    Um mundo que parece real?&lt;br /&gt;O dia a dia repleto de rituais&lt;br /&gt;A entrega  silenciosa?&lt;br /&gt;E na pira de sacrifícios: a vestal&lt;br /&gt;Despe a alma amorosa&lt;br /&gt;E  passeia entre os desiguais&lt;br /&gt;Ou iguais...&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-5820147465210897648?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/5820147465210897648/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/07/loucuras.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/5820147465210897648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/5820147465210897648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/07/loucuras.html' title='Loucuras?'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-1654427302914603849</id><published>2009-07-07T18:37:00.000-07:00</published><updated>2009-07-07T18:40:48.742-07:00</updated><title type='text'>As insanidades</title><content type='html'>&lt;i&gt;&lt;br /&gt;O que poderia explicar senão um transtorno psíquico um jovem que não esteja  sob o efeito de uma droga, empunhar uma arma entrar numa faculdade ou num  shopping atirando a esmo em diversas pessoas? Como entender um pai matando um  filho de forma violenta e brutal ou vice-versa? Como entender a pedofilia? Por  que um pai sevicia uma filha? Cadê as barreiras naturais de respeito, de  pudor?&lt;br /&gt;A droga está por toda parte, tanto as ilícitas como as lícitas e não  se consegue combater seu uso. Pelas drogas ilícitas se morre e se mata muito;  por conta dela a sociedade vive com medo e acuada pela violência que ela provoca  em todas as camadas da população, porém as drogas chamadas lícitas como a bebida  têm minado sobremaneira as famílias, e para ela nem um tipo de combate é usado,  as famílias ainda convivem com o estrangulamento causado por ela.&lt;br /&gt;Tanto uma  como outra rouba o que tem de melhor a vida do seu viciado, que se perde da  realidade porque busca dentro dela uma fuga. A dor que existe dentro de cada um  é que move em direção a essa fuga loucamente desenfreada da realidade.&lt;br /&gt;O dia  seguinte é um pesadelo tão dolorido e para fugir dessa dor ainda maior que é a  culpa, a fuga é a única saída, e o processo vira uma bola de neve.&lt;br /&gt;Às vezes é  preciso estar sob o efeito de alguma droga para que a personalidade verdadeira  venha à tona, é assim que muitas pessoas soltam seus monstros, revelam a face  feia oculta pelas máscaras do dia a dia social.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Boa Noite ( &lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;da série Boa Noite&lt;/span&gt;)&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;(Em homenagem as mulheres)&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Como te acusar de violência, se não tenho  hematomas para exibir...&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Se tenho a pele limpa&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;e nenhuma fissura ou  vergão?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Como explicar essa prisão, se não se pode &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;ver as grades?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Não  ando atada, nem tenho algemas nas mãos,&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;mas quem pode garantir que sou  livre?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;O assalto dos pensamentos, o estupro da individualidade  e a violação  da intimidade&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;não é visível aos olhos dos passantes...&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;A intimidação, a  coação a ameaça velada&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;te garante a supremacia de macho, mas não te dá&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;o  lugar de homem no meu coração;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;esse ato canalha e boçal não deixa  pistas...&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;e põe um brilho sarcástico no teu olhar...&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;O quanto ainda passas  por perpetuador da espécie, senhor, amo e soberano enquanto mantém tua vítima  aprisionada ao medo...&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Teus direitos sempre são sagrados, só eu não posso ir  e vir sem pedir consentimento...&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Simulas como cansaço a tua indolência, como  mero esquecimento a tua negligência...&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;enquanto um esquecimento meu vira  motivo de punição...&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;O meu direito de pensar e decidir é considerado  rebeldia, só a ti o direito de expor pensamentos e decisões...&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;O que  me sobra senão o segundo plano?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Os nãos são todos privilégios teus, e os meus  sins devem ser sempre ao teu favor...&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Que mundo é esse que te dá direitos e a  mim, deveres?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Comunhão ou privação de individualidade?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Casamento ou título  de propriedade?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Amor ou posse?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Violência sussurrada atrás da porta, &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;em  doses pensadas e meticulosamente estudadas...essa que não te acusa, por falta de  provas...&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Olhando assim a olho nu, ou seja, sem ter uma  formação clínica ou acadêmica, fica difícil diagnosticar o que faz a nossa  sociedade doente, contudo nada impede que eu ou qualquer cidadão olhe, analise e  tire as suas próprias conclusões, já que tudo está aí tão às claras.&lt;br /&gt;No meu  entender tudo tem uma explicação e para quase tudo uma solução ainda que  paliativa.&lt;br /&gt;Minhas experiências pessoais e minhas observações juntamente com  uma reflexão exaustiva mostram-me que para cada dificuldade enfrentada há sempre  uma causa, aparente ou não, e cada um de nós tem uma maneira de enfrentá-la e  através desta também fazer desencadear outra seqüência de comportamentos, que  algumas vezes podem ocasionar um mal pior que a própria dificuldade.&lt;br /&gt;O que  faz com que um jovem enverede pelas drogas? Frustração? Desilusão? Ou  simplesmente a vontade de conhecer o outro lado da sua personalidade, aquele que  fica escondida por medo da censura? Talvez a vontade de ser livre para fazer o  que é condenável pela sociedade, será? Seria um jeito de perder a inibição? Ou a  vontade de ter a droga como escudo para sua loucura interna represada?&lt;br /&gt;É um  intrincado de sentimentos e emoções envolvidos no comportamento das pessoas e  que a partir disso reflete na sociedade. O que faz com que a droga aumente cada  vez mais o número de usuários senão a idéia de uma ilusão fantástica, de uma  viagem sem fronteiras? A venda da droga também induz ao seu usuário um acesso a  liberdade nunca experimentada, bem como uma fonte de prazer. O viciador tem como  sua principal arma pegar o usuário pelo emocional, e isso sempre se dá em todos  os casos. A meta do indivíduo que induz ou do objeto viciante, é incutir no  emocional da vítima sugestões que o levem a experimentar para aliviar alguma  “dor” ou dificuldade e consequentemente ficar dependente, o vício nada mais é do  que uma dependência psicológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ocorre que atrás da droga existe uma  indústria, que enquanto ela destrói vidas, adoece a sociedade, uma parcela de  pessoas enriquece. E como a droga é um jeito “rápido e fácil” de enriquecer  muita gente acaba mergulhando no tráfico, buscando esse lucro fácil, uma vez que  não precisa fazer propaganda, não precisa nada além da droga, dos dependentes e  a curiosidade do iniciante. A droga tem um apelo tão forte, que mesmo sendo  amplamente divulgado seus malefícios isso não impede que as pessoas caiam na sua  armadilha.&lt;br /&gt;O burilar do emocional das pessoas é uma tarefa que fazem com  maestria os interessados em vender a droga, empregando técnicas inteligentes;  como oferecer gratuitamente para iniciação. Há que se levar em conta que o  terreno usado para empregar essas técnicas, que são os mais férteis. Os jovens  além de estarem começando a experimentar as coisas da vida, situações novas,  sentimentos novos, também estão prontos para se lançarem no que no primeiro  instante parece só uma aventura recheada de prazer, e estes são os melhores  alvos, pois sem terem ainda compromissos sérios e serem presas fáceis estão  abertos às novidades.&lt;br /&gt;Os jovens têm ainda o lado emocional turbulento em  função de tudo estar ainda acontecendo como espocar de fogos na sua tão nova  existência e por não terem a vivência que lhes dê discernimento experimentam sem  avaliar com conhecimento suas conseqüências.&lt;br /&gt;Quando esse jovem não vive uma  situação mal resolvida no âmbito familiar ou frustrações próprias muito grandes,  ou ainda profundas dificuldades de relacionamento, ele é capaz de simplesmente  experimentar sem que isso vire nele um vício. Ouso dizer, que todo jovem que  mergulha no vício sem encontrar uma saída tem dificuldades com as quais não  consegue lidar, e pior que isso, dificuldades que ele não consegue dividir com  outra pessoa. A juventude é rica de acontecimentos; tanto bons como ruins, muito  desses acontecimentos o jovem não consegue explicar e não consegue entender e se  esse jovem não tiver laços de afetividade fortes, e se não possuir uma família  que lhe dê a certeza sólida de segurança nos aspectos emocionais, ele vai se  perdendo, no caso aqui, ele se perde da família para as drogas e seguramente  para o mundo do crime.&lt;br /&gt;É evidente, que na juventude quando as novidades do  corpo e as novidades nas emoções e sentimentos começam, todo jovem vive um  momento de muitas dificuldades de entendimento e aceitação, isso não quer dizer  que todo jovem experimenta ou que todo jovem vá cair nas malhas da droga, mas  que por todo esse acontecimento ele passa a ser uma vítima em potencial não se  pode negar.&lt;br /&gt;A principal meta de ataque do vício de um modo geral é onde “dói”  no emocional, dessa forma é que se processa o vício por anfetaminas,  barbitúricos e etc. Uma pessoa que consome barbitúricos é porque foge da falta  de sono, da ansiedade, como a de quem consome drogas de emagrecimento e dos que  consomem bebidas. Para todo tipo de vício há uma dificuldade emocional, seja ela  aparente ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os padrões familiares hoje não têm a mesma  rigidez de outros tempos; nós os pais tendemos a conceder aos nossos filhos  senão tudo, quase tudo que não pudemos ter inclusive o direito de não nos  respeitarem. Por isso mesmo nem adianta reclamar quando nossos filhos falam  alto, ou nos agridem verbalmente, nós mesmos demos a eles a liberdade de se  expressarem desde muito pequenos da forma que entendessem. Ao invés de educá-los  com liberdade, incutindo neles o respeito no trato para conosco, nós usamos e  abusamos também do desrespeito quando gritamos com eles, quando desrespeitamos  sua inteligência e entendimento e quando mentimos para eles.&lt;br /&gt;Protegemos tanto  nossos filhos a ponto de não os deixarmos sequer se sujar, com isso eles demoram  a crescer. Enquanto nós fomos obrigados, por conta dos costumes, a amadurecer  cedo e nos tornarmos responsáveis antes mesmo de ter idade para isso, nossos  filhos chegam perto dos 30 anos e até passam dessa idade dependentes  financeiramente de nós, só estudando e se preparando para a vida. Lá fora onde  nem tudo é tão azul para aqueles que não têm a mesma dignidade de freqüentar uma  faculdade os jovens também demoram a se tornar responsáveis, mesmo que trabalhem  desde muito cedo, ainda que nesse ponto levem uma pequena vantagem com relação  aos que só estudam e dependem exclusivamente dos pais.&lt;br /&gt;Não há um manual que  nos ensine como educar, via de regra aprendemos no dia a dia, enfrentando e  vivenciado a maternidade e paternidade. Não seremos como nossos pais e nem  nossos filhos o serão como nós, cada um descobre a sua maneira de educar.&lt;br /&gt;É  claro que existem semelhanças entre os padrões de cada época e por isso mesmo  cada geração tem um modelo, que é próprio dessa semelhança de comportamento dos  pais.&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Trilogia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três cartas  em branco.&lt;br /&gt;Três sorrisos francos.&lt;br /&gt;Incógnitas oferendas;&lt;br /&gt;De partos as  prendas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três recados distintos.&lt;br /&gt;Três taças de absinto.&lt;br /&gt;Serenatas  na chuva,&lt;br /&gt;Vinhos de especial uva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três selos marcados.&lt;br /&gt;Três beijos  separados.&lt;br /&gt;Três idiomas estranhos,&lt;br /&gt;Três caminhos risonhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma  homilia e três missas.&lt;br /&gt;Três nós, uma madeira maciça.&lt;br /&gt;Uma anunciação, três  vidas.&lt;br /&gt;Três bênçãos e três feridas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três rios exuberantes,&lt;br /&gt;Agonias  lancinantes.&lt;br /&gt;Três certezas consentidas,&lt;br /&gt;Três belezas  embrutecidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essências etílicas brutais,&lt;br /&gt;Vertigens tão  desiguais,&lt;br /&gt;Humores de frio metal,&lt;br /&gt;Afiadas lâminas do mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três  velas içadas no mar;&lt;br /&gt;Navegadores a vagar&lt;br /&gt;Engolindo atônitos  vendavais,&lt;br /&gt;Cuspindo terríveis temporais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três amores e três  dores,&lt;br /&gt;Meus anseios e temores;&lt;br /&gt;Três poemas prediletos,&lt;br /&gt;Três martírios  secretos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três caprichos da natureza,&lt;br /&gt;Uma inalienável  certeza;&lt;br /&gt;Três vidas tivesse, três vidas daria&lt;br /&gt;A cada uma dessas poesias.&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-1654427302914603849?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/1654427302914603849/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/07/as-insanidades.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/1654427302914603849'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/1654427302914603849'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/07/as-insanidades.html' title='As insanidades'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-322126163354698507</id><published>2009-07-04T14:34:00.000-07:00</published><updated>2009-07-04T14:42:00.758-07:00</updated><title type='text'>a Robotização</title><content type='html'>&lt;i&gt;É comum ao andar pelas ruas observar as pessoas voltadas para seu mundo, mas as  pessoas agora além de andarem voltadas para si próprias começam a andar cada vez  mais acompanhadas pelos seus fones de ouvido, um sinal claro de que não querem  conviver com o externo e que não admitem se separar de suas maravilhosas  “maquininhas de prazer”.&lt;br /&gt;Houve um tempo em que até se podia ter mais  privacidade sem que isso implicasse em se isolar dentro de si mesmo usando  subterfúgios, com o avanço da tecnologia as pessoas estão mais disponíveis para  serem encontradas, entretanto isso se dá muito mais pelo prazer de compartilhar  as novas descobertas tecnológicas do que pela absoluta necessidade delas. É  evidente que os meios de comunicação mais eficientes e rápidos asseguram a  agilidade da vida moderna, o cruel é que escraviza as pessoas antes mesmo que  elas se dêem conta.&lt;br /&gt;As facilidades vendidas sem tréguas fazem com que nos  sintamos seduzidos incondicionalmente pelas novidades tecnológicas. A intimidade  com as máquinas começa muito cedo, e se por um lado faz com as pessoas  desenvolvam suas habilidades, produz também um sem número de preguiçosos que  preferem nada fazer senão com o auxílio delas; como por exemplo, pequenos  cálculos, redigir uma carta de próprio punho entre outras.&lt;br /&gt;Além das vantagens  que a tecnologia nos trás é preciso levar em conta que essas vantagens fazem com  percamos cada vez mais a mobilidade física, ou busquemos substituí-la por outra  artificial além de nos afastar da capacidade de refletir.&lt;br /&gt;É cada vez mais  urgente aprender a lidar com as novas tecnologias, uma vez que elas se superam  dia após dia com muita rapidez, por outro lado surgem mais e mais cabeças  pensantes ocupadas em atribuir funções para essas tecnologias através de  softwares e uma preocupação crescente em “robotizar” o mundo para que tudo  funcione metodicamente com toda essa parafernália.&lt;br /&gt;Paralelamente a isso o  homem se comporta como uma parte dessa engrenagem tecnológica sem se aperceber  que está desaprendendo de pensar, de se pensar e se sentir.&lt;br /&gt;Os hábitos estão  mudando e ao invés das pessoas passarem mais tempo na companhia de outras  fisicamente elas o passam através do celular, do microcomputador. Do mesmo modo  relacionamentos de amizade e futuros namoros surgem através desses meios, e  muitos deles não passarão de uma tela fria.&lt;br /&gt;Inventa-se todos os dias novas  maneiras de se relacionar por essa misteriosa tela fria, usando-se todas as  armas que for preciso para impressionar, alguns lançam mão de fotos de outra  pessoa, de photoshop e também, claro, da webcam.&lt;br /&gt;É usual para os conectados  terminar o namoro por mail, por celular, msn etc, coisas impensáveis quando se  leva em conta o peso de um relacionamento por mais breve que ele seja.&lt;br /&gt;Quando  a conversa é travada cara a cara as pessoas têm mais pudor em mentir  seguidamente, ao passo que se travada por uma tela de computador ela ganha os  contornos mais imaginários; pressupõe-se que a falta de olho no olho e a  necessidade de impressionar aumenta, e aumenta a ponto das pessoas se sentirem  compelidas a mostrar um perfil quase que perfeito, pelo medo da rejeição.&lt;br /&gt;Não  há ainda o que indique o porquê das pessoas se sentirem tão atraídas pelo que  não podem ver ou tocar no primeiro encontro, ou será que é justamente o não  poder matar a curiosidade de imediato que torna as pessoas atraentes?&lt;br /&gt;O  interessante é notar que até as pessoas não muito acostumadas a se exporem,  acabam por deixar a alma impressa nas entrelinhas de sua fala, mesmo que não o  perceba, outrossim, as pessoas mesmo que não tenham o hábito de falar de si,  desandam a contar de suas intimidades, gostos e desgostos pelo simples fato de  se acharem protegidas ao falar com alguém totalmente estranho e separados por  uma tela!? E o mais estranho é se confiar de imediato em alguém que não faz  parte do círculo de amigos íntimos.&lt;br /&gt;Esses novos modelos de relacionamentos  acabam por minar um pouco o sentimento das pessoas; porque se de um lado  aproxima pessoas por afinidades criando expectativas que nem sempre geram uma  futura história bem sucedida, por outro desilude outras tantas exatamente por  não garantirem a sinceridade desses relacionamentos e o futuro promissor para  esses relacionamentos, que na verdade são baseados principalmente em aparência e  status. Ainda assim muitos desses relacionamentos chegam a casamentos ou vias de  fato, se durarão só o tempo dirá.&lt;br /&gt;O que é muito marcante nesse tipo de  relacionamento é falta de compromisso, ou seja, as pessoas usam desse meio como  distração, ou para um segundo relacionamento ( extra conjugal ) sem se preocupar  com os sentimentos envolvidos. Como sintoma mais grave dos novos tempos cresce  desbragadamente a falta de responsabilidade para com os sentimentos do outro e o  próprio.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O grande viagra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente  todos os homens passaram a ser grandes intelectuais, não há homens que não sejam  cultos e a quantidade de poetas então, afff, foi pras alturas! Todos os homens  agora são sedutores, belos espécimes e garanhões a toda prova. Não existe mais  barrigas de cerveja, carecas ( nada contra os carecas, heim) e baixinhos  atarracados. Só existe no mercado hoje homens malhados, barriga de tanquinho,  perfumados, nobres e galãs.&lt;br /&gt;Quem disse que se encontra agora homens suados e  babões, ou tipos com as calças presas no pescoço, chulé e bafo de onça?&lt;br /&gt;Na na  ni na não, os homens agora são tão educados e gentis, sempre falam sussurrado,  na maior delicadeza, nada de coçar o saco ou palitar os dentes enquanto  conversam, são gentlemans e tem as unhas aparadas, nada de unha do dedinho  comprida pra coçar o ouvido (argth). Se tem bigodes ou barbas são bem cuidados,  nada de encontrar restos do jantar neles.(rs)&lt;br /&gt;Adivinhem se eles envelheceram?  Claro que não, e não vão envelhecer, estão todos conservados, e na maior forma  física, não os chame de coroas, no máximo de maduros, porque eles ainda estão no  maior pique, e ser maduro é sinônimo de charme, principalmente se tiverem boa  situação financeira, carro do ano. E se forem grisalhos então... são o sonho de  consumo.&lt;br /&gt;Agora é claro que pra não ficarem solitários esses super-homens vão  encontrar mulheres poderosas, com corpinho tipo violão, pernas lisinhas, sem  nenhum pelinho, bundinhas durinhas e arrebitadas, peitos fartos e olhando pro  céu. Pensa que essas mulheres maravilhosas cheiram a donas de casa? Nãão! São  todas executivas ou estão com a vida ganha e só fazem trabalhos domésticos  porque são prendadas, algumas são mestras na arte de amar outras são doces  meninas ingênuas, querendo aprender. Nenhuma delas pensa em arrumar um namorado  virtual, estão presentes na mídia só pra desestressarem e mostrarem seus  "talentos".&lt;br /&gt;Se você pensou que são todas livres se enganou, e nem todas são  comprometidas, mas todas são independentes. Criaturas esculturais, cultas e  extremamente delicadas, nunca falam palavrões, se vestem como deusas. Nem ouse  pensar que são gordinhas ou que usam óculos, essas divas não tem barriguinhas  flácidas, pneuzinhos e estão sempre de unhas feitas, pés macios dentro de saltos  deslumbrantes.&lt;br /&gt;E como se isso fosse pouco, esses aviões são grandes  escritoras, poetas e artistas, lindas louras e sedutoras.&lt;br /&gt;Nem sonhe em  desmascarar essas lindas ninfas, famintas por um noite de amor, dentro de um  negligê preto, isso não é justo!&lt;br /&gt;Chato mesmo é descobrir que isso tudo não é  real, que o grande viagra está na imaginação de cada um, porque atrás dessa tela  podemos ser quem quisermos ser. Há os que gostam de ser verdadeiros, e os que  não se aceitam e partem pra fantasia.&lt;br /&gt;O grande barato da era das comunicações  em massa é que, os que não fazem mais sucesso ao vivo e a cores estão se dando  bem atrás dessa telinha, e torcem pra nunca o virtual virar real, senão acaba o  glamour.&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-322126163354698507?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/322126163354698507/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/07/robotizacao.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/322126163354698507'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/322126163354698507'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/07/robotizacao.html' title='a Robotização'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-1063706615451686031</id><published>2009-07-02T11:35:00.000-07:00</published><updated>2009-07-02T11:46:46.937-07:00</updated><title type='text'>Insigth ( continuando)</title><content type='html'>&lt;i&gt;Com o crescimento tecnológico o homem vai ficando cada vez mais só, porque temos  ao nosso dispor maquininhas de todos os modelos e tamanhos, com tantas funções  que começa a faltar tempo para o convívio com o outro. Se por um lado o grande  ganho desse século é a tecnologia que facilita a vida, que garante conforto,  beleza e comodidades, por outro afasta as pessoas, joga-as numa solidão  desenfreada. E eis que teremos nas próximas gerações pessoas voltadas para seu  próprio eu, tristemente solitárias e depressivas.&lt;br /&gt;Tomara esteja eu  redondamente enganada ou as pessoas vão perder a alegria de ser uma obra divina  e sem igual.&lt;br /&gt;A troca entre pessoas é saudável e permite que cada um cresça  justamente por causa dessa troca indispensável e salutar.&lt;br /&gt;Os sentimentos é  que não mudam, temos hoje, como terão amanhã nossos sucessores os mesmos que  experimentaram nossos antecessores, o que muda talvez seja a qualidade deles,  penso que os sentimentos experimentados em circunstâncias mais simples têm um  grau de pureza muito maior. Da mesma forma, que ficam banalizados os sentimentos  quando rodeados de outras tantas paixões ou necessidades.&lt;br /&gt;O que muda sempre  são os comportamentos, os maneirismos ainda que acompanhados dos nossos velhos e  conhecidos sentimentos e emoções. Dentro desse contexto é que é maravilhoso  observar como se portam as pessoas, ou como me porto eu mesma diante dessa  mudança tão fantástica e rápida; desde a minha adolescência até a adolescência  dos de hoje. Como é assustador o salto de comportamento que deu a geração dos  meus pais para a idade adulta da minha geração; como rompemos fronteiras, como  fizemos concessões e como nos distanciamos dos nossos pais em tão pouco tempo. &lt;br /&gt;Apesar do ganho de liberdade que conquistamos com tanta luta, criticamos  hoje o excesso dela; escancaramos tanto a porta que já não encontramos freios  para tanta abertura.&lt;br /&gt;O passar do tempo não mudou, no entanto, a essência do  homem que depois de tantos séculos continua reagindo de forma muito semelhante. &lt;br /&gt;O que mudou então se não foram os sentimentos as emoções e se continuamos a  reagir a eles de forma similar? Mudou a maneira como nos encaramos a nós mesmos  assim como mudamos também a forma de encarar o outro.&lt;br /&gt;Os valores com o passar  do tempo foram se transformando; com isso as pessoas foram deixando de dar  importância ao que por muito tempo regulou os comportamentos; ou seja, as  regras. A conseqüência mais desastrosa dessa mudança de valores é que, diminuiu  a distância entre as pessoas na mesma proporção que o respeito.&lt;br /&gt;É impossível  falar da mudança de valores sem citar a falta de ética que se espalhou por todos  os setores da vida moderna. Dizia-se antigamente que um fio de bigode valia pela  palavra de um homem, hoje nem assinatura registrada em cartório mais  vale.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Anjo e Demônio&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Trago  dentro do corpo uma prece e um pecado...uma prece que me guia e um pecado que me  consome...&lt;br /&gt;Trago dentro de mim um templo e um altar... um para o recolhimento  outro para encantamento...enquanto num chora o anjo no outro arde a chama da  carne...&lt;br /&gt;Sou o avesso da orgia e uma porta para a utopia...em mim tudo  habita...no prazer de cada gesto ou na loucura de cada movimento brusco...na mão  pousada em repouso, pela delicadeza de um momento ou na dança dos corpos em  muitos movimentos...entre um átomo e o universo o início e o fim de cada  ato...&lt;br /&gt;No fio tênue que balança num riso hilário, passeia minha pele e minha  sensatez, uma porque é acesa e a outra que me mantém no fio do equilíbrio...uma  que sustenta a linearidade e outra que desliza no fio da navalha, têmpera de  igual textura, afiada na mesma forja.&lt;br /&gt;Trago dentro de mim uma anjo e um  demônio...um que me segura e outro que me empurra...um que me mima e outro que  me alucina...&lt;br /&gt;Tenho dentro das minhas entranhas fel e mel, fogo e água, nem  sempre na mesma proporção, mas sempre em profusão...nunca uma mistura, na  essência que me segura, cada manifestação é pura.&lt;br /&gt;Sanidade ou loucura nem  pouca nem muita, doses exatas para o bom rendimento...diante da veia torta que  explode ou diante da santidade que me agita...E só uma que em mim grita...a  minha alma aflita....que nunca sabe onde se prostra, onde se encosta, se na  polaridade da minha vontade ou na liberdade que o vento mostra...&lt;br /&gt;Trago  dentro de mim a vida e a morte...em doses não muito precisas...Num talho da vida  o amor jorra...e num jorro sem norte, a ceifa colhe a  sorte...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Os consultórios dos psiquiatras estão cada vez mais  disputados pelas psicoses dos tempos modernos, pela diminuição de preconceito  contra os psiquiatras e muito pela perda de pudor das pessoas tratarem seus  “diferentes”, e sua própria diferença comportamental. É evidente que não só  apareceram agora os esquizofrênicos, os autistas, os maníacos depressivos e os  portadores de T.O.C. entre outros, infelizmente a medicina não dispunha desse  jorro de informações e tecnologias que se tem hoje para lidar com esses padrões  diferenciados de comportamento ( nossos diferentes, ou antes; especiais), nem  tantos haviam saído da obscuridade como agora. A partir do crescimento da mídia  escrita e falada, da necessidade de produzir notícias e da vigília constante  dessa mesma imprensa, nada mais passa despercebido.&lt;br /&gt;É difícil não pensar na  diversidade de problemas mentais, mas é mais difícil ainda pensar que os que não  estão nessa categoria, e são classificados, se assim se pode dizer, como  emocionalmente descompensados, e os de comportamentos perigosos, nefastos ou  aflitivos, refletem afora isso um reflexo dos novos tempos.&lt;br /&gt;Nem os pacientes  notadamente comprometidos psiquiatricamente para o convívio social têm um  atendimento adequado, que dizer então dos que podem e devem conviver  socialmente, dos produtivos em tempo onde as pessoas se devoram, consomem e se  descartam com tanta facilidade.&lt;br /&gt;Apesar do conhecimento de todas as psicoses  inclusive das modernas e apesar de toda a movimentação dos consultórios  psiquiátricos estamos longe de conseguir dar um suporte adequado tanto para  pacientes como familiares.&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Loucura&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem pode dizer onde termina a razão e começa a loucura. Até  onde vai a sanidade de cada pessoa? Será que existe mesmo sanidade ou a loucura  nossa de cada dia tem lampejos de lucidez entremeada por um excesso de  cuidados.&lt;br /&gt;Quem dirá ser prova concreta da razão em estado de tensão absoluta,  atado aos desmandos da cruel domesticação da vontade, ou circunscrito num lúdico  jogo de pedras marcadas.&lt;br /&gt;Quem se arvora bater no peito e proclamar senhor dos  seus atos, consciente dos reflexos, estando ladeado de risos e grunhidos  torturadores e incessantes quando nem se pode fugir do palco da  tragicomédia?&lt;br /&gt;Quem pode na platéia esconder o riso ou as lágrimas? Demonstrar  mansidão comedida enquanto o espetáculo da vida é tecido e regido pelos fios  tênues da suas próprias mãos.&lt;br /&gt;Até quando se pode manter contido num frasco  frágil tantos dilemas e perguntas sem respostas, sem que o estopim se acenda  pela própria ação do calor inflamado pela pressão interior?&lt;br /&gt;Não existem  delitos advindos da loucura que grassa no grande circo dos horrores. Nem  tampouco sanidade suficiente para segurar ao pé da razão os marionetes do grande  espetáculo.&lt;br /&gt;Fia-se todos os dias a paciência como num mosaico de peças miúdas  colhidas uma a uma, com a única finalidade de demonstrar uma aparente  sanidade.&lt;br /&gt;E ao final, quem pode assegurar que a vida não passa de uma grande  e vil mentira?&lt;br /&gt;Onde a loucura transvestida de razão passeia pelo palco em  busca de aplausos, e a sanidade; esta se diverte loucamente nos botecos enchendo  a cara.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Por mais que eu observe e por mais que eu procure  explicações há coisas que não ficam muito claras; se os sentimentos não mudaram,  as emoções também não, por que as pessoas se descartam com tanta facilidade?  Talvez seja porque a busca interior de cada um ficou mais exigente, ou será  porque as pessoas perderam o mistério? Só isso pode explicar, a meu ver, porque  os relacionamentos se descortinam tão facilmente, já desde o primeiro encontro,  aí outra pergunta me assalta: Por que devorar-se um ao outro tão sem reservas  desde o começo?&lt;br /&gt;É como se as pessoas tivessem uma sede urgente, por isso a  pressa de consumar tudo tão rapidamente e sem que elas se dêem conta uma enorme  insatisfação que nelas se instala; é o início de um círculo vicioso. O que  percebo aqui, é que as pessoas no afã de se satisfazerem tornam-se cada vez mais  egoístas, mais e mais voltadas para a sua satisfação que parece nunca saciar,  consequentemente vão ficando mais frustradas.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sobre os  relacionamentos modernos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Em meio às tintas  de tantas palavras e carinhos sempre uma dúvida me assalta; somos cada um, um  universo, e dentro desse espaço que nos acolhe , vivemos soltos sem rastros, sem  laços e sem fronteiras, como saber se dentro dessas linhas a sinceridade é  pintada com cores fixas...&lt;br /&gt;Já não há segredos tão bem guardados, mas ainda há  a perplexidade de se saber que em cada esquina uma nova emoção te colhe e para  cada sorriso enviado um novo desejo nasce porque os afetos nem sempre se fecham  dentro de uns poucos braços...&lt;br /&gt;Fica a sensação de que não se conhece mais a  distância, nem física nem emocional, quando se trata de emoções e de ligações, e  quem há de dizer que não existe lealdade estampada nesses semblantes que parecem  tão serenos tão vivamente próximos e reais.&lt;br /&gt;Quanto mais o tempo escoa, e mais  as relações se estendem como braços em todas as direções, mais se vê a face de  cada um. E quanto mais se revela a intimidade, mais se maquia a realidade,  fica-se exposto como fruta pronta para ser consumida. Vira-se platéia nesse  palco de tantas alegorias e representações onde cada um recolhe seu quinhão de  alegria e guarda sua cota de choro, pelas frustrações que entram pelos olhos  adentro sem pedir licença, sem ao menos se preocupar se o outro  resiste.&lt;br /&gt;Cruéis são os tempos de liberdade exacerbada, de experimentos e  novidades onde se paga caro demais para se ter braços abertos e relações  estreitas, quando os valores de cada um são diferentes, quando há uma deturpação  de conceitos e uma revolução nos sentimentos e nas ligações.&lt;br /&gt;Seria o paraíso,  se não houvesse más intenções, mas humanos são os homens e sujeitos a todos os  tipos de tentações; frágil na sua estrutura perde-se irremediavelmente sem saber  como se comportar num mundo onde tudo está a mostra e pronto para ser consumido,  rapidamente.&lt;br /&gt;Escolhas: são elas que nortearão os nossos sentidos, mas antes de  optar, há que se conhecer as próprias defesas e monitorar as ações, para que o  abismo não seja o ponto final de cada um de nós.&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-1063706615451686031?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/1063706615451686031/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/07/insigth-continuando.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/1063706615451686031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/1063706615451686031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/07/insigth-continuando.html' title='Insigth ( continuando)'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-4775326366269561674</id><published>2009-07-01T10:18:00.000-07:00</published><updated>2009-07-01T10:23:01.492-07:00</updated><title type='text'>cont</title><content type='html'>&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É assim poeticamente que é possível traduzir em palavras um pouco de  todo o sentimento que vai dentro da alma de uma pessoa “radar”; sim os poetas  são radares abertos para o mundo. Deles toda a energia emerge em forma de  emoções e sentimentos registrado por palavras, poesias, prosas. Uma espécie de  comunicação emocional que só pode ser dita de alma para alma, como se fosse uma  confissão.&lt;br /&gt;Infelizmente nem todas as pessoas “radares “ ou “captadores”  conseguem extravasar as suas comportas e vão enrijecendo, adoecendo por não se  saberem capazes de experimentarem a si mesmas. A face oculta de cada um de nós  esconde um mundo que se não entendido pode virar um transtorno psicótico, ou uma  patologia.&lt;br /&gt;Se eu posso me olhar defronte o espelho, se eu posso exorcizar  meus fantasmas, é claro que qualquer pessoa munida de boa vontade também pode,  entretanto é preciso se despir dos preconceitos e aprender a se enxergar por  dentro, e a única maneira de se enxergar por dentro é deixar fluírem os  pensamentos, aprendendo a pensar e dar ouvido ao que pede o coração.&lt;br /&gt;O corpo  costuma acusar a necessidade de parar da mesma forma que a alma e o coração  costumam dar sinais de que precisam se comunicar através dos  sentimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;Parindo palavras&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;E aí que o meu poema  "Gestação" não foi muito bem digerido, questão de título, pouco se quer gestar  hoje em dia, nem palavras, o imediatismo de parir, faz com que se bote pra fora  das entranhas cada palavra e cada impaciência, o que também de todo não é ruim,  mas gestar palavras, embalar no ventre do peito é tão gostoso; porque o parto  não sai laborioso; uma vez que já foi mimado e acalentado.&lt;br /&gt;   Mas não se  deve confundir a gestação de palavras com o "Infarto", porque às vezes pensamos  estar gestando palavras, estamos gestando sentimentos, que poderiam nascer em  forma de palavras, e por guardar essas palavras enfartamos, simplesmente, e  entramos no inferno dos gestos abrutalhados, das palavras azedas, ou pior  engolimos as nossas próprias palavras e o peito não agüenta tanta pressão, e  enfartarmos inexoravelmente.&lt;br /&gt;   Antes que enfarta e perca de vez o chão, ou  o pouco de razão que me resta, aceito placidamente a minha gravidez de palavras,  embalo-as com cânticos mansos ou com marchas, dependendo de quanto elas me  pesarem no peito; acaricio-as para que se sintam em mim confortáveis e num átimo  de insensatez ou volúpia, vou parindo uma a uma, lambendo o gosto da placenta,  para que venham limpas ao mundo, fortes e atrevidas como pede a vida que elas  carregam.&lt;br /&gt;  Eu me descubro grávida todos os dias de uma multidão de  sentimentos e emoções que nem sempre nascem em palavras...e quando me percebo  enfartar; solto minhas crias no mundo, e enquanto elas passeiam eu mimo-as de  longe; lembrando de como nasceram.&lt;br /&gt;  Embora poético, não quero morrer  enfartada de palavras, quero ter sim muitas passagens pela UTI, já que a minha  urgência pede socorro imediato, só assim enquanto reclusa na sala de espera da  vida, eu possa me dedicar exclusivamente às minhas gestações e partos de amor  puro e exagerado às palavras que se aninham dentro de mim.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-4775326366269561674?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/4775326366269561674/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/07/e-assim-poeticamente-que-e-possivel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/4775326366269561674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/4775326366269561674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/07/e-assim-poeticamente-que-e-possivel.html' title='cont'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-2691608964582927794</id><published>2009-06-27T16:18:00.000-07:00</published><updated>2009-07-01T09:02:56.088-07:00</updated><title type='text'>Insigth ( cont)</title><content type='html'>&lt;i&gt;&lt;br /&gt;Dentro da minha prosa vai um mundo de sentimentos que jorram; seja pelo meu  espírito inquieto, seja pelo meu refletir incessante sobre as pessoas, minhas  relações para com elas ou minha e delas para com o mundo. O meu sofrer nas  letras nem sempre representa só o meu coração, algumas vezes é a interiorização  de emoções que sinto ao meu redor, ou imagino em mim.&lt;br /&gt;Para os que têm como  eu, a veia entupida pelas letras, a sensibilidade na pele e a cabeça em  constante ebulição pelos pensamentos, a inspiração insiste em dotar com  criações, que para alguns pode parecer incompreensíveis, mas que para outros  tantos que o sentem e não conseguem exteriorizar, nessas criações se enxerguem  pura e simplesmente.&lt;br /&gt;O corpo só vai onde a cabeça comandar para ir, o mesmo  não acontece com os pensamentos que são livres e nunca cessam.&lt;br /&gt;O fascínio do  pensar, de refletir está justamente na relação que se pode ter com as palavras e  as letras; que pode ser para espelhar sonhos intangíveis ou simplesmente colocar  no papel verdades advindas da observação constante e criteriosa.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold; "&gt;O  laboratório da prosa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Angélica T. Almstadter&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;O mundo da minha prosa vai  além das palavras. O que parece um&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; quebra-cabeças  bem montado, ou um  intrincado bem organizado de palavras escolhidas com cuidado é também um  registro de emoções e sensações variadas. Jamais uma prosa é simplesmente um  conjunto de palavras, dentro desse contexto de sentimentos explicitados há uma  dose considerável de fantasias, que se misturam a cheiros imagináveis, delírios  e devaneios. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Algumas pessoas nem tem a sensibilidade para perceber que  dentro de uma prosa, as vezes desconexas ou desprovidas de razão, salta aos  olhos sentimentos tão vivos e tão palpitantes, muitos até desconhecidos por uma  porção de pessoas, por que incluem vivência, experimentação. Dizer que o poeta é  um fingidor e que finge tão bem, que acredita no que vive,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; O poeta é um  fingidor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Finge tão completamente&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Que chega a fingir que é dor&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;A dor  que deveras sente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;como disse Pessoa, é uma verdade de que não se pode fugir,  entretanto a alma do poeta é por si só um grande laboratório para sua escrita,  assim ele só será verdadeiro se viver o que escreve, ainda que seja solitário  nessa vivência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Ou se seja, é preciso experimentar todas as sensações e  emoções, mesmo empiricamente, para se poder traduzi-las em palavras. Ninguém  domina na escrita o que não conhece profundamente, ou antes, ninguém finge tão  bem se não conhecer na própria carne a dor do corte. Parece fácil falar de  sentimentos e coisas íntimas quando se tem as palavras à mão, mas palavras ditas  sem sentimentos são vazias e sem o menor valor, eu não saberia dispor em linhas  ou entrelinhas palavras simplesmente ocas, penso em cada verbete que uso como um  veículo para carregar sentido para o conjunto que componho. O meu mundo é pleno  de sentidos, sensações provadas ou à serem experimentadas, emoções, e uma carga  enorme de paixão. Minhas mãos podem eventualmente estarem vazias, o meu espaço  físico pode ser solitário, mas o meu mundo interno é complexo e extremamente  povoado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Há quem diga que expor as sensações todas de forma tão nua, é uma  forma narcisista de se colocar no mundo ou um apelo de carência, eu não diria  que concordo ou discordo, mas que tenho sim outra visão; penso e acredito na  troca de energia entre pessoas que comungam de ideais e idéias, e partindo dessa  premissa, essa exposição vira um grande balão de ensaio, onde todos os  envolvidos doam e recebem, crescem todos emocionalmente, espiritualmente e  enriquecem todos intelectualmente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Por pensar dessa forma e por pensar num  mundo onde a harmonia das palavras e de  sentimentos é fundamental para a união  das pessoas e para o autoconhecimento, é que decidi soltar a minha voz, sem me  perturbar com o ruído que ela possa causar. Enquanto cá dentro de mim, há uma  revolução interminável, e uma imensa vontade de experimentar a vida em toda a  sua essência, eu me permito ouvir os meus barulhos; esses demonstram a vida  aprisionada cá dentro querendo explodir em muitas lavras.&lt;/div&gt;&lt;/b&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;O  mistério que há dentro de cada um de nós é o que nos torna fascinantes. Por mais  que se possam espionar as pessoas, aonde vão e como se comportam: seus  pensamentos são invioláveis e nesse grande mistério é que reside, a beleza do  descobrir o outro, a incerteza do futuro.&lt;br /&gt;O dia de amanhã está por ser  escrito e cada um terá a sua parte na construção desse amanhã; alguns  contribuirão com gestos, outros com palavras, outros com suas invenções,  criações e até com seus erros e dessa experimentação é que se faz a  vida.&lt;br /&gt;Dentro de cada pessoa se move uma história paralela a que se move do  lado de fora, nos gestos e na experimentação da vida, que quase não vem à tona.  A pessoa que somos interiormente quase nunca é conhecida pelos outros e muitas  vezes nem por nós mesmos.&lt;br /&gt;Poucas são as pessoas que se interiorizam a ponto  de se questionarem a fim de se conhecerem mais intimamente, falta tempo e sobra  falta de interesse e até muito medo. Medo do que se possa encontrar nesse  desconhecido eu que temos lá no fundo. É muito mais fácil lidar com o eu que  levamos para o mundo, já que esse eu é o que sabe vestir máscaras, sabe mentir e  sabe representar.&lt;br /&gt;Brincamos de esconde-esconde para fazer da vida alguma  coisa muito mais agradável do que é realmente e quando somos surpreendidos com o  peso da realidade o resultado quase sempre é desastroso; adoecemos. Entretanto  não se pode viver como num conto de fadas se escondendo da realidade; ninguém  agüenta viver de realidade 24 horas, como não se pode viver 24 horas de sonhos.  Mas quem saberia o limite considerado equilibrado, já que cada um tem  necessidades diferentes e constituição física também diferente.&lt;br /&gt;Não há regra  para se viver no tocante à experimentação emocional, nem poderia, o que há são  pessoas mais ligadas às coisas da matéria e pessoas com maior intimidade com as  coisas do espírito, o que não quer dizer que uma e outra não possa ter  experiência com as duas coisas. A cada um, segundo a sua sensibilidade.&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-2691608964582927794?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/2691608964582927794/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/06/insigth-experimental-iii.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/2691608964582927794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/2691608964582927794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/06/insigth-experimental-iii.html' title='Insigth ( cont)'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-632779563910625866</id><published>2009-06-23T11:10:00.000-07:00</published><updated>2009-07-01T08:53:49.313-07:00</updated><title type='text'>Insigth (cont)</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;Acreditar em Deus é inerente ao meu ser, mas ficam muitas perguntas sem  respostas, e é para essas perguntas que me vejo olhando para o céu, para a  natureza e para cada pessoa vivente que atravessa o meu caminho.&lt;br /&gt;A  introspecção reflexiva é um benefício de auto-ajuda poderoso, mas que nem todos  praticam por medo do que vão encontrar dentro desse espelho que põe a nu tudo  que se pretende esconder até de si próprio. É doloroso reconhecer falhas no  nosso caráter, identificar quando temos pensamentos mesquinhos, quando bradamos  contra a mentira e escorregamos nas nossas. O homem teme o julgamento do seu  semelhante e na maioria do tempo vive de aparências, na verdade vestimos  máscaras adequadas para cada situação que enfrentamos, seja por polidez ou por  medo de mostrar exatamente como nosso eu realmente é.&lt;br /&gt;Nada de errado no  vestir máscaras o perigoso é quando essas máscaras não são só para os outros, e  sim para nós mesmos. Quando isso acontece nos perdemos do nosso eu para vivermos  um personagem, ou outras pessoas.&lt;br /&gt;Cada um de nós é uma usina perfeita e  diferente, imagine um mundo povoado por mais de dois bilhões de pessoas e  nenhuma é igual a você! Não é fantástico? Eu disse usina porque no meu entender  somos máquinas carregadas de muita energia para mover o mundo, e o combustível  dessa máquina que somos, são as emoções, desejos e sentimentos; porque são eles  que nos movem para todo e qualquer empreendimento.&lt;br /&gt;Uma usina é um arsenal de  energia e se não bem cuidada pode implodir, como um ser humano poderá, não no sentido  literal, claro.&lt;br /&gt;Mas mesmo que não tenhamos nesse mundo ninguém parecido  conosco nem física nem interiormente, há padrões comportamentais, sociais,  culturais, regionais e outros que acabam por traçar perfis para as semelhanças e  para as diferenças.&lt;br /&gt;Talvez para ficar mais fácil de entender como os iguais  se comportam: rotulamos, ou para fugir dos diferentes. &lt;/i&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;i&gt;Rotular é uma invenção do homem.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-632779563910625866?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/632779563910625866/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/06/insigth-experimental-ii.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/632779563910625866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/632779563910625866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/06/insigth-experimental-ii.html' title='Insigth (cont)'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-5824348587683475201</id><published>2009-06-22T09:35:00.000-07:00</published><updated>2009-07-01T08:52:47.303-07:00</updated><title type='text'>Insigh</title><content type='html'>Viajo quando reflito; nesse momento é como se tudo parasse e eu entrasse num  mundo só meu onde tudo pode ser perfeito ou explicável. É claro que nem sempre o  pensar me leva a coisas inefáveis, as perguntas que me faço são muitas e minhas  buscas em lhes perceber as respostas, outras tantas. Minha cabeça é um mundo de  interrogações, de dilemas, de projetos e explicações às coisas que percebo ao  meu redor e tomada também de um turbilhão de sentimentos e emoções que  experimento e procuro entender, em mim e nas outras pessoas.&lt;br /&gt;Talvez possa  parecer um hábito, ou não sei se é porque faz parte da minha natureza o observar  as pessoas e seus comportamentos; eu tento desesperadamente compreender suas  atitudes, seu gestual e maneirismos que para minha cabeça tudo tem sempre uma  explicação, ainda que não seja a que se convenciona. Eu me pego estudando as  pessoas numa fila, no supermercado, na igreja, esteja ela conversando comigo ou  distraída nos seus atos, sem sequer me notar por perto. Não que eu procure por  isso, mas, muito mais do que averiguar a vida do outro; é como se buscasse em  cada uma delas uma resposta para as minhas indagações sobre a vida, o mundo ou  eu mesma.&lt;br /&gt;Não estou muito certa de que saiba realmente quem sou, embora tenha  aprendido muito mais sobre mim mesma depois de ter feito terapia e pela  observação constante do meu comportamento, das minhas vocações e da minha  comparação com o outrem, certo é de que sempre me sinto uma estrangeira dentro  do meu circulo familiar e muitas vezes uma incógnita para mim mesma.&lt;br /&gt;Não  devem existir palavras eficazes ou suficientemente capazes para explicarem o que  está no íntimo de cada um. Há circunstâncias que um olhar, um gesto diz mais que  palavras, mas ao dizer isso caio no lugar comum, entretanto se paro para pensar  que palavras poderiam exprimir o sentimento dessa hora, concluo que não encontro  palavra alguma que alcance a dimensão para o gesto ou olhar experimentado nessa  ocasião. Isso me aflige, porque isso me deixa claro que da mesma forma há coisas  que quero registrar com palavras para compartilhar, e não as encontro.&lt;br /&gt;Minha  intimidade com tantos sentimentos não me deixa confusa, sei exatamente o que  sinto em cada situação vivida ou imaginada, o que não sei é traduzir em  palavras. Uma vez alguém me disse que não valia à pena querer entrar tanto  dentro de mim mesma, poderia enlouquecer, confesso que temi e cheguei mesmo a  acreditar podia haver um fundo de razão nessa perspectiva, porém pensei que se  não fizesse isso de maneira compulsiva e desastrada não correria riscos e voltei  a me perguntar e investigar sempre mais e mais sobre tudo que me  incomoda.&lt;br /&gt;Como disse, à medida que fui tomando conhecimento e vivência dos  sentimentos e emoções, as perguntas foram surgindo e assim o pensar e investigar  acabou por virar rotina; aqui a rotina não cabe como uma coisa cansativa e sim  como uma coisa que se faz constantemente sem que isso seja programado, portanto,  sem ser chato ou cansativo.&lt;br /&gt;A rotina nesse caso é quase um estudo profundo e  auto-didático, ainda que não tenha valor acadêmico porque é só a minha visão,  meu sentir do mundo e das pessoas com seus dramas, verdades, mentiras e emoções.  A percepção do outro é discreta e constante como um ato de amor e respeito. Ao  entender o outro nas suas misérias ou nas suas alegrias eu posso aprender a  conviver com elas, mas não é só em proveito próprio que procuro entender, é para  descobrir o sentido real de cada uma dessas vivências e com isso o diferencial  entre uma e outra pessoa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-5824348587683475201?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/5824348587683475201/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/06/insigh-experimental.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/5824348587683475201'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/5824348587683475201'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/06/insigh-experimental.html' title='Insigh'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-6365282332184607929</id><published>2009-06-14T12:47:00.000-07:00</published><updated>2009-06-14T12:52:28.408-07:00</updated><title type='text'>Deselegância a mostra</title><content type='html'>&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Georgia"&gt;Lá estava o protótipo do brasileiro; simplório,  vestido sem luxo e falando alto ao celular para que todos ouvissem seu linguajar  desarranjado, de palavras mal colocadas dentro das frases num enfático sotaque.  Parecia alheio ao que acontecia ao seu redor e nem se dava conta da modulação da  voz, muito provavelmente era o seu tom habitual em casa. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Georgia"&gt;Subiu a rua falando e gesticulando até se sentar no  primeiro banco, como que para organizar as idéias ao  falar.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Georgia"&gt;Passei por ele, olhando meio de rabo de olho, para  que não me notasse a atenção disfarçada pelos óculos de sol, &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;segui padaria adentro ouvindo o seu farfalhar  grosseiro demonstrando intimidade com o ouvinte do outro lado da linha. Pensei  em quantas vezes vira essa cena em outros cenários e me dei conta que não  estamos preparados para a delicadeza de ser elegante. É  sério!&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Georgia"&gt;Uma parcela pequena de pessoas consegue falar ao  celular sem que ao seu redor as outras pessoas testemunhem sua conversa, é como  ouvir no ônibus o relato da mulher sobre como sua irmã lhe passou a perna na  venda da casa que era herança dos pais e de como ela generosamente perdoou por  ser evangélica.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Georgia"&gt;Buscando na memória ainda pude me lembrar dos risos  frouxos e dos modos espalhafatosos de alguns pares na rua, de uma determinada  pessoa dita da alta num churrasco outro dia; a mesma se exibia macaqueando entre  os cantores e dava gritinhos ululantes que chamava a atenção de todos, não era  só diversão, mas os pares acostumados riam e zombavam da sua  performance.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Georgia"&gt;Por mais que tente separar um comportamento do  outro, não consigo, é óbvio que a falta de senso mostra que não há limites entre  o ridículo e o mal educado. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Georgia"&gt;A circulação das pessoas de todas as camadas por  todo lado mostra a imensa massa de pessoas deselegantes que somos, no falar, no  agir, no estar e até no pensar!&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-6365282332184607929?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/6365282332184607929/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/06/deselegancia-mostra.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/6365282332184607929'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/6365282332184607929'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/06/deselegancia-mostra.html' title='Deselegância a mostra'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-8153361557678307160</id><published>2009-06-09T12:24:00.001-07:00</published><updated>2009-06-09T12:24:45.337-07:00</updated><title type='text'>Um mundo doente...</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 18px; font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Até há bem pouco tempo criminalidade era associada a  pobreza, assim como a favela era só um lugar de excluídos,  que em sua grande  maioria eram trabalhadores e honestos. Onde será que isso tudo mudou?  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;É sabido que bandido tinha sempre uma aparência que  o denunciava, e por medo a gente sempre se desviava dos caminhos onde pudesse  encontrá-los.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;O que dizer de jovens de boa condição, classe média  que roubam por farra, agridem por prazer? Universitários, jovens simplesmente,  que andam em busca de aventuras e prazeres?!&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;É cruel dizer que os miseráveis roubam, matam e  violentam pela necessidade!&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Há uma grande diferença entre ser miserável e ser  bandido, entre ser pobre e ser desonesto.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Num mundo onde não há mais trancas e tudo ficou tão  escancaradamente fácil, sem os pais rígidos controlando os horários, as saídas,  sem o compromisso de voltar cedo para casa. Quando não há mais pais andando de  um lado para o outro esperando seus rebentos voltarem das jornadas escolares ou  noitadas com os amigos nas baladas  e festinhas. Num mundo onde os pais têm seu  mundo à parte e mal tem tempo de falarem com os filhos, a não ser através da  empregada, do terapeuta, do professor ou das máquinas.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Não sobrou espaço nem na mesa dividida  raramente.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Não há distinção entre pobres ou ricos, há uma  geração inteira doente por falta de afeto, de laço familiar.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Há um mundo de facilidades para se cometer delitos,   que começam pequenos e crescem impunes pela falta de bom exemplos e até pelo  tapinha proibido para não "causar traumas".&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Temos uma geração recém-saída da luta pela  liberdade, do amor colorido, da revolução sexual, dos direitos divididos entre  os sexos convivendo com uma geração carente de amor, afeto e uma família para  aportar.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;O que se pode esperar de um mundo onde o homem se  rendeu à escravidão das máquinas e esqueceu seus sentimentos e emoções? Onde  envelhecer é inadmissível, onde vale mais "ter "do que "ser"; repare quantas  pessoas estão disponíveis ao seu redor. Quanto mais ela tem, mas indisponível  ela fica, porque mergulha num mundo de solidão em busca dos prazeres das  máquinas ou do ter cada vez mais.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;A família, célula mater já não tem mais o mesmo  aconchego, não se sabe até onde contar com ela, o pai vive no seu mundo,  correndo atrás do vil metal que parece nunca chegar para as despesas. A mãe  acumula afazeres para ter direito a carreira, para ajudar nas despesas da casa e  da sua própria ambição de permanecer jovem e desejável.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;O mercado de trabalho ficou tão competitivo que  levou a disputa para dentro do lar e nessa guerra entre sexos; homens e mulheres  vêm se descartando tão rapidamente que filhos de um casamento se mesclam com os  filhos de outros casamentos, gerando entre eles uma enorme falta de  paternidade.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;O último reduto intocado dos jovens  e adolescentes,  que era o lar, a família, se desagregou, se distanciou tanto do seu papel que  está jogando no mundo pessoas vazias e solitárias. A busca de consumo ficou tão  contundente que nada mais parece preencher esse oco que cada um traz dentro de  si.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Por conta do famigerado consumismo de coisas e  pessoas o homem parece que perdeu o poder de sonhar. A ânsia do ter imediato e  do derrame cada vez maior de tecnologia e facilidades do mundo moderno tem feito  do homem um mero compulsivo do consumo.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Que falta faz voltar para casa e ter uma família  unida, um centralizador, um parâmetro que sirva de divisor de  águas.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Quanta falta faz o abraço carinhoso de uma mãe, seus  sábios conselhos e sua presença atuante dentro de casa.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Mas o mundo precisa de progresso, as pessoas carecem  de seus espaços, de suas profissões, as máquinas precisam evoluir para ajudarem  (será??) os homens.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Onde então encontrar um lugar seguro para as  ilusões? Para os sonhos da juventude, para os receios?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Como ter um tempo para sonhar, e simplesmente  sonhar, sem culpas num mundo que despreza os laços e teme o carinho?  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Como administrar os medos? A que nos socorrer nos  momentos de angústia?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Será que vão inventar um jeito de tornar o jovem em  adulto sem medos?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Como crescer sem limites, sem respeito? Como  aprender a conviver com outro sem invadir, se não existe a censura própria de  cada um, que não é repressão e sim o respeito pelo alheio?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Como conviver num mundo sem valores e pobre de  sentimentos.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Como será o futuro dessa geração doente de falta de  amor, afeto e noção de limites?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;É preciso parar de olhar só para os nossos umbigos e  olhar cada pessoa do nosso lado como ser humano com sentimentos, dores, alegrias  e experiências.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;É preciso desligar-se um pouco das máquinas para  sentir as pessoas, seus choros e medos.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;É preciso abraçar nossos filhos e dizer sem  vergonha: Eu te amo! &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;É preciso semear amor, dar exemplos  e criar laços  outra vez.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-8153361557678307160?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/8153361557678307160/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/06/um-mundo-doente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/8153361557678307160'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/8153361557678307160'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/06/um-mundo-doente.html' title='Um mundo doente...'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-5171820047026681954</id><published>2009-06-07T17:40:00.000-07:00</published><updated>2009-06-07T17:42:17.497-07:00</updated><title type='text'>Aldeia Global</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-decoration: underline; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;( um equívoco com o papa...)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; font-style: italic; text-decoration: underline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt; A velocidade da informação, a globalização trazem  ao mundo a possibilidade de se estar em cada canto do planeta; saber amiúde o  que acontece em cada pedaço de chão. O homem ganha com essa grande "Aldeia  Global", mas também perde. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;     A troca de conhecimento, as descobertas o  avanço da tecnologia, das informações faz com que cada vez mais o homem se  conecte às máquinas para fazer parte dessa loucura deliciosa que é o mundo  moderno. Porém, dessa grande loucura e parafernália além dos ganhos advém as  perdas, porque nem tudo é difundido como realmente é, e acaba sendo distorcido  pelo caminho, seja pela pressa de se passar adiante, seja por falta de cuidado  de quem divulga, ou até por maus intencionados, o que em alguns casos pode  começar uma guerra.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;    Um parágrafo solto de uma fala do século XV,  criticando o profeta Maomé, citado pelo papa em uma palestra numa universidade  agora dá margem a um desentendimento que se não for contido pode enveredar para  uma nova guerra santa.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;O profeta Maomé foi e ainda é um líder religioso que tem para os  muçulmanos o mesmo peso que Jesus Cristo para a nação católica e V. S. Bento XVI  jamais seria leviano em qualquer fala ou comentário que pudesse atacar os  muçulmanos ou qualquer outro segmento religioso, por razões óbvias. Mas a quem  interessaria fomentar uma guerra religiosa?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;   Vender manchetes, atrair leitores, vender  folhetins? Será que para estampar os mais importantes jornais, revistas e os  portais da Internet vale postar uma chamada que não traduz a verdade na íntegra?  Por que alguém pinçaria só uma frase de uma palestra inteira e distribuiria sem  o cuidado de explicar que ela não é da autoria de quem a proferiu? Seria falta  de tato ou maldade? Ou alguém quer ver o circo pegar fogo?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;    A imprensa que tem um papel fantástico nessa  imensa aldeia não pode ser a primeira a distribuir fragmentos de uma fala  irresponsavelmente, criando clima de tensão, instilando o ódio num povo que já  tem um histórico sofrido de lutas e cruzadas santas.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;   Os quatro cantos do mundo estão unidos através de  informações e muitos cabos, uma única palavra pode viajar para os lugares mais  longínquos e provocar reações das mais diversas, e dessa possibilidade de se  chegar a tantas nações das mais variadas culturas advém riscos de  interpretações destorcidas com a mesma intensidade com que chegam  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;descobertas científicas, por  exemplo.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;   É possível que esse mundo vire uma imensa Aldeia  Global, mantendo o respeito sem invasão de privacidade, sem destruir culturas ?  Até onde vai a sede do homem em desvendar os mistérios da tecnologia para obter  poder, para manipular e ter às mãos o controle do céu, água e  ar?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;   Como virar essa aldeia sem tirar a liberdade dos  povos decidirem seus rumos, cumprirem seus rituais sem intromissão? Como  vivermos todos em plena harmonia sem ferir as regras da boa convivência, sem a  perda de identidade, de privacidade?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;   Até onde o homem é capaz de chegar para  conquistar?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;   Até onde ele saberá se preservar como  espécie?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;   Até onde ele se interessará em manter outras  espécies?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;   Até quando o homem continuará olhando para seu  próprio umbigo, sem se incomodar com o mundo à sua volta?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;   Como o mundo ocidental recebe a rigidez dos  orientais e como se comportam os orientais diante da liberdade dos povos  ocidentais? Será que há uma aceitação sem reservas, sem preconceitos de ambos os  lados? Ou antes, porque não pode haver o respeito mútuo?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;   Num mundo onde a palavra corre em cabos cada vez  mais velozes, onde as informações, embora transmitidas pela boca dos  informantes, são instantaneamente transmitidas por satélites, é preciso muito  mais seriedade e cuidado para que essas mesmas palavras não venham despertar  mais ódios do que já existem milenarmente nesse nosso velho mundo.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-5171820047026681954?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/5171820047026681954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/06/aldeia-global.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/5171820047026681954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/5171820047026681954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/06/aldeia-global.html' title='Aldeia Global'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-3107900346278754650</id><published>2009-06-05T14:39:00.000-07:00</published><updated>2009-06-05T14:42:59.383-07:00</updated><title type='text'>Perda de identidade</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt; Pensamento formado a partir da entrevista de um pseudo-artista&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Não há nada mais insensato do que a fachada criada  para sustentar uma presença na sociedade, seja ela uma fachada pseudo-artística,  pseudo-intelectual, ou qualquer outra como tantas que se vê no dia a  dia.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;O ser humano está tão desgastado e tão desacreditado  na sua condição que para ter uma presença sustentável se apóia em conceitos  vazios de seu conteúdo, usando uma fina e falsa camada para esconder o seu  verdadeiro eu, pelo medo de não ser aceito.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;É bem verdade que as diferenças sempre houveram e  eram quase que majoritariamente sociais; com o aumento da população, a expansão  do conhecimento as diferenças também foram se acentuando, porque a medida que o  conhecimento avança as divisões dentro dele também procura novas vertentes.  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Mais e mais é exigido de cada um  para que faça parte de  um todo, de maneira que aquele que não se integra acabe sendo rotulado,  discriminado ou até excluído.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;É quase que obrigação ter conhecimentos em todas as  áreas, saber estar e se perceber em cada situação, ter respostas na ponta da  língua e principalmente receitas de bem viver, e ainda ser feliz e com um riso  pronto para receber até as rasteiras comuns que se leva ao longo da  vida.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Pois bem esse ser humano plastificado, idiotizado e  super potente não existe, quando será que vamos perceber que somos só  humanos?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;A evolução está criando clãs, tribos onde as pessoas  sentem a necessidade de se inserirem para sustentar a sua identidade, ainda que  ela seja vazia de conteúdo.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Onde está a auto afirmação de cada um como pessoa  com identidade única própria com a certeza de que não é um clone de outro, que  nasceu de uma família e que tem sua meta, seus caminhos e suas escolhas sem que  seja obrigado a se filiar a um nicho qualquer só para ter uma presença  sustentável no planeta?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;A tecnologia avança e o homem anda se perdendo de si  para virar cardume e ter pensamento coletivo.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-3107900346278754650?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/3107900346278754650/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/06/perda-de-identidade.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/3107900346278754650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/3107900346278754650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/06/perda-de-identidade.html' title='Perda de identidade'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-4946124933250642427</id><published>2009-05-22T15:11:00.000-07:00</published><updated>2009-05-22T15:12:43.675-07:00</updated><title type='text'>esteriótipos</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;É altamente frustrante perceber que a imoralidade  fica cada vez mais banal e que as pessoas sequer se envergonham de serem  amorais.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Basta olhar ao redor para perceber o quanto as  pessoas perderam a noção do que é ética, do que é comportamento adequado. Num  mundo onde levar vantagem sobre o outro passou a ser motivo de orgulho, a gente  para se pergunta como vai ser a cabeça das pessoas daqui mais algumas  décadas?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Hoje se se compra um serviço não se tem mais a  certeza de que ele será satisfatório porque o que impera é a venda de maus  serviços, de gente despreparada para atender, não comprar seria o recomendado,  mas há serviços que são essenciais e não é possível dispensá-los; como o serviço  de telefonia, de internet ou de saúde por exemplo, agora atire-me a primeira  pedra quem não tem uma resma de queixas contra esses serviços.  &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Isso porque estou citando só tres tipos de  serviços.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;É lamentável constatar que a amoralidade e a falta  de ética passou a ser uma norma e não mais uma excessão. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Eu me pergunto que valores podem aprender as  crianças; sendo educados e crescendo num mundo onde as pessoas praticam o jogo  da desonestidade de cara limpa como se ser malandro é que fosse o certo. Desde  muito cedo as crianças aprendem que é preciso ser esperto pra sobreviver e por  conseguinte desde a mais tenra idade aprendem a negociar com os pais uma forma  de tirar proveito de alguma situação.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Paralelamente a isso e fortalecendo essa imagem de  esperteza, grassa a permissividade, a impunidade que acaba reforçando um  comportamento esteriotipado de conduta onde os éticos ou morais são tidos como  bobos.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Minha alma está envergonhada de caminhar por entre  estranhos porque não me amoldo nessa massa pré-moldada e não caibo nesse  contexto vazio de valores. O que posso fazer senão registrar o meu  repúdio?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-4946124933250642427?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/4946124933250642427/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/05/esteriotipos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/4946124933250642427'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/4946124933250642427'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/05/esteriotipos.html' title='esteriótipos'/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37592710217596125.post-6835350721499309734</id><published>2009-05-22T07:02:00.000-07:00</published><updated>2009-05-22T07:45:24.774-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Enquanto meu olhar vai esmaecendo e amarelando minhas sensações mundanas vão ficando cépticas. Essa engrenagem perfeita que é o homem alcançou todos os cantos da terra e além dessa conquista o espaço, onde aos poucos ele se exibe com maestria procurando sempre mais do que seus olhos alcançam e aqui no seu chão, onde a origem da sua vida se enraiza ele não semeia mais a vida, não vida humana, porque ele não sabe mais como percorrer os caminhos do coração.&lt;div&gt;É logo ali o fim do horizonte, porque o tempo passa muito rápido e quando eu acordar já estarei transpondo o portal da eternidade, e quase que as pessoas não se lembram que basta um piscar de olhos e tudo se acabou.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O que plantamos? Que lições aprendemos? O que deixamos para que vai nos suceder?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tecnologias, estudos científicos e um tanto de vil metal.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pobre diabo feito de carne que tem inteligência, mas que não consegue enxergar a vida na sua extensão maior, no que ela tem realmente de melhor: experiência!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Assim esse apático "ser humano" que ri, chora, constrói e se expressa com tanta certeza, não tem mais a certeza de que seu coração é humano e pulsa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu escrevi mentalmente ontem a noite o que eu iria registrar e na verdade saiu aquém do que eu tinha salvo na minha memória. Ainda estou pincelando o que vai ser registrado aqui.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37592710217596125-6835350721499309734?l=consideracoesdeumapensadora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/feeds/6835350721499309734/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/05/enquanto-meu-olhar-vai-esmaecendo-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/6835350721499309734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37592710217596125/posts/default/6835350721499309734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consideracoesdeumapensadora.blogspot.com/2009/05/enquanto-meu-olhar-vai-esmaecendo-e.html' title=''/><author><name>Angélica T. Almstadter</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02992651622179086080</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_0pw3HnRO2wQ/TUw5vnALdCI/AAAAAAAAApE/pPRuTLqNkr4/s220/Imagem%2B013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
